quinta-feira, 23 de abril de 2009

A experança de Liberdade da América Latina! Alejandro Peña Esclusa!



Uma denúncia do avanço do modelo castro-comunista em toda a América Latina, a sua expansão, e como o governo venezuelano está a auspiciar este crescimento são algumas das ideias desenvolvidas por Alejandro Peña Esclusa em "O Continente da Esperança".

O autor do livro, que é coordenador da Organização Força Solidária e que foi candidato presidencial em 1998, justamente quando Hugo Chávez ganhou, dá uma explicação sobre como desenvolver um modelo produtivo, "como recuperar a nossa identidade histórica, porque existe uma situação de desmoralização, violência e há que refrear tudo isto, com valores e princípios".

Neste sentido, o autor sublinha que o futuro da América Latina depende em grande parte das relações com Portugal e Espanha. "É necessário que retomemos os valores cristãos universais e que aprendamos muito com estes dois países que foram primeiras potências e que dominaram e evangelizaram a América", sustenta Peña Esclusa, figura política altamente polémica que, na sua altura, foi tão criticado pela oposição como o foi pelo governo, entre outras coisas, por crer que, na Venezuela, não há saída eleitoral.

Para o presidente da Organização Força Solidária, Chávez nunca abandonará o poder por via do voto. Apela então a que os venezuelanos façam valer o artigo 350 da Constituição Bolivariana da Venezuela, que permite a desobediência civil do povo, se este não estiver de acordo com o governo que tem.

Do seu ponto de vista, esta saída é democrática e constitucional, porque se baseia na participação do povo e permite o não reconhecimento de um regime que viola os direitos humanos e rompe com os preceitos democráticos.

"O Continente da Esperança" teve um excelente acolhimento no Brasil, especialmente por parte da Associação Comercial de São Paulo, que se encarregou de traduzir o livro para português, editá-lo, imprimi-lo e distribui-lo. "No Brasil houve muito interesse na minha proposta. Participei num seminário onde expus a situação da Venezuela e falei da inclinação face à esquerda radical na América, pois o que nos está a acontecer estende-se por toda a América Latina".

O texto, que será editado em inglês e italiano, fala também "da aliança clara do governo venezuelano com a guerrilha colombiana devido à inscrição de Chávez no foro de São Paulo, o que o faz estar organicamente ligado com as FARC e com o ELN".

O livro é composto por três partes. A primeira chama-se Queda e Auge do Comunismo e tenta explicar porquê depois que o comunismo caiu na União Soviética e na Europa Oriental, ressurgiu na América.

A segunda parte são antecedentes históricos do que ocorre na Venezuela e na América. E finalmente a terceira parte é uma proposta de desenvolvimento económico para o continente americano.


Correio de Venezuela

Um pouco de conhecimento, mas só para quem precisa dele...



O panorama latino-americano vem sendo marcado por uma constante diminuição da influência norte-americana e um contínuo aumento da presença russa. O vácuo norte-americano em parte é explicado pela hostilidade declarada de algumas nações componentes do chamado "eixo do mal" latino-americano, e pelo distanciamento progressivo de outras que gravitam em torno desse mesmo eixo.

Rússia e China ocupam espaços

Como já referimos [1], em outubro de 2008 a Rússia solicitou sua admissão, na qualidade de observadora, no Conselho de Defesa Sul-Americano da Unasul, conforme informou o Ministério de Defesa da Argentina. Em novembro, especialistas em defesa russos e argentinos se reuniram na Comissão Mista de Cooperação Técnico-Militar. E neste mês de dezembro, na visita da presidente Cristina Kirchner a Moscou, os dois países assinaram um acordo de cooperação, incluindo a ajuda russa para a construção de um gasoduto entre a Argentina e a Bolívia e um acordo sobre a energia nuclear.

Na recente visita do presidente russo Dmitri Medvedev a Hugo Chávez em novembro, foi assinado um acordo de cooperação nuclear para fins pacíficos.

Na ocasião, quatro navios de guerra enviados por Moscou participaram de exercícios militares binacionais. Teve conotação simbólica a presença de um cruzador de propulsão nuclear - Pedro, o Grande - em águas venezuelanas: a América já não é mais só dos americanos. A Rússia e a China ocupam espaços.

De fato, em julho de 2008, em visita à Rússia, Chávez afirmou que a Venezuela aceitaria abrigar uma base militar russa, caso Moscou solicitasse.

O dragão chinês também veio aqui saciar seu apetite: comprou por três bilhões de dólares, em junho de 2008, a mina de cobre do Monte Toromocho, que possui reservas de 2 bilhões de toneladas. Vendida a preço de banana pelo presidente Alan Garcia para a empresa Chinalco, em quatro anos será a maior mina de cobre do planeta. Negócio da China!

Os chineses, que importam do Chile o cobre a US$ 8.255 por tonelada, desse modo reduzirão esse custo a US$ 420, valor vinte vezes inferior. A BBC de Londres informou que a população do entorno da mina está sendo transferida, para dar lugar à nova população chinesa. O pesado custo social dessa transferência não foi levado em conta. [2]

Cumprindo a agenda russa, em novembro o chanceler Sergei Lavrov, em visita ao Equador, propôs a abertura de negociações, para um acordo de cooperação bilateral em diversas áreas, inclusive a energia nuclear.

A turnê russa em 2008 incluiu ainda a visita ao Rio de Janeiro, durante dois dias, de Sergei Kiriyenko, diretor da estatal nuclear Rosatom. Veio, no final de novembro, oferecer ao Brasil a ajuda tecnológica em matéria nuclear.

As manifestações populares que trouxeram esperanças

As esperanças maiores, neste ano de 2008, vieram das manifestações populares. Dez milhões de pessoas, nas principais cidades colombianas e outras da América Latina, em fevereiro de 2008, repudiaram as FARCs.

Na Bolívia também houve manifestações, após os referendos sobre a questão da autonomia dos departamentos, mas foram esmagadas pelo estado-policial. A manifestação dos ruralistas, na Argentina, foi muito mais movida pela intenção de conservar o pão e o queijo, do que por razões ideológicas ou patrióticas. Tanto na Argentina quanto na Bolívia, as manifestações acabaram ultrapassando os estritos limites da lei e da ordem, e de algum modo contribuíram para o aumento do caos.

Não é razoável que a sadia manifestação popular contra governos pró-marxistas seja orientada para uma espécie de terrorismo ilegal. Tal atitude confunde ainda mais a opinião pública. E disso se valem esses governantes, para então se apresentarem como vítimas, heróis ou defensores da pátria. As lideranças sadias devem conhecer e respeitar os limites da lei e da ordem, sob pena de combaterem o caos com o caos, e assim comprometerem o bom sucesso das legítimas reivindicações populares.

A formação de uma confederação de ONGs para barrar o avanço do Foro de São Paulo

Acaba de ser criada em Bogotá, em 14 de dezembro, uma confederação internacional de organizações não-governamentais, denominada União de Organizações Democráticas da América – UNOAMÉRICA. Seu objetivo principal será a defesa da democracia e da liberdade, ameaçadas pela expansão do castro-comunismo e sua nova versão, o Socialismo do Século XXI, através do Foro de São Paulo.

Os delegados - provenientes da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, El Salvador, Peru, Uruguai e da Venezuela - denunciaram os métodos que os integrantes do Foro de São Paulo usam para destruir as democracias e acabar com as liberdades, utilizando mecanismos como as reformas constitucionais e a fraude eleitoral, para controlar os poderes públicos e eternizar-se no poder.

Acusaram também a UNASUL de ser um instrumento do Foro de São Paulo para intervir nos assuntos internos de outras nações e favorecer os seus membros, como ocorre na Bolívia, onde a UNASUL avalizou a gestão totalitária de Evo Morales e tergiversou os fatos sobre o massacre de Pando (Informe Mattarollo), culpando injustamente o governador Leopoldo Fernández.

Também criticaram o intervencionismo de Chávez, que financia ilegalmente seus aliados, como o fez com Cristina de Kirchner e o faz agora com o salvadorenho Mauricio Funes, da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN).

Quanto à direção da UnoAmérica, será presidida por Alejandro Peña Esclusa, presidente da ONG venezuelana Fuerza Solidaria [3]. A Secretaria Executiva da nova entidade ficará a cargo da Federação de Organizações Não-Governamentais Verdad Colombia.

Cabe uma referência especial aos dois delegados brasileiros. São dois articulistas com notória atuação com sentido conservador e anticomunista no site Mídia Sem Máscara. Graça Salgueiro, psicóloga e jornalista, tornou-se uma especialista nos assuntos políticos sul-americanos e cubanos. Edita o blog Notalatina [4]. Heitor de Paola, médico, psicanalista, escritor e comentarista político, publica artigos nos jornais Inconfidência e Visão Judaica. Heitor edita o site Papéis Avulsos [5].

Mais do que nunca a América Latina necessita da formação de lideranças capazes de realizar um trabalho contrário à revolução cultural. É indispensável que tenham certo conhecimento da guerra psicológica revolucionária e da contra-revolução. E que atuem dentro da lei e da ordem. Com essa bagagem de conhecimentos e diretrizes de ação será possível galvanizarem e orientarem o clamor popular, sobretudo na Colômbia, Bolívia, Venezuela e Argentina, nações em que a opinião pública tem se mostrado mais reativa. Oxalá a UnoAmérica realize um bom trabalho de articulação e formação de lideranças em tempo de tanta demolição e caos.


Sacralidade


Desculpem repetir o post que fizemos no início da existencia deste blog, mas muitas pessoas ainda desinformadas, precisam se reciclar para não sair divulgando bobagens, e falsas acusações contra quem realmente trabalha pela democracia da América Latina!

Alejandro peña Esclusa, por ser opositor do Ditador Hugo Chavez, sofre sequenciais ataques deste tipo.

O difícil é engolir um espaço virtual que se diz à favor da Democracia deturpar o trabalho, sem nenhuma prova(mídia comprada como fonte), afrontar nossa maior voz na AL.

Sinto muito para quem acha que a arte de "blogar" é simplesmente ganhar "ibope".

Nossa idéia é bem maior, refere-se a união de amizade de quem escreve aqui, para que um dia tenhâmos força para obter sucesso em nossas reações, mesmo que tardias!


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