domingo, 12 de abril de 2009

PALAVRAS, PALAVRAS


Todo mundo espantado com roubalheiras, traficâncias e despudores no Executivo. Quequiá, pessoal, nunca ouviram falar em hímen complacente?

Com o passar do tempo todas as pessoas mudam muito. A maioria nem deixa o endereço.

PALAVRAS, PALAVRAS

1) Anglicismo e Galicismo tudo junto.

A língua é feita de concordâncias absurdas, empréstimos estranhos ou indevidos, quase tantos tempos de verbos irregulares quanto regulares, bestialógicos de linguagem – toda uma maravilhosa invenção, anárquica, desrespeitosa, que depois vai entrando num rio de ordem e arrumação, chamado gramática e convenção escrita.

Exemplo historicamente recente de curiosa diferenciação de pronúncia: a palavra record chegou a São Paulo na voz do mais famoso locutor de rádio do Brasil – Cesar Ladeira. Como essa palavra entrou em São Paulo através do francês, sua pronúncia ficou sendo recór – às duas famosas empresas paulistas de comunicação todos chamam Tevê Recór e Rádio Recór. No Rio a palavra foi divulgada principalmente por Alfredo Machado, de formação "inglesa", seja dizer americana – com sua Editora Record, que se pronuncia Récor. Tente dizer Editora Recór e Tevê Récor. As pessoas nem reconhecem o que você está falando.

Tente, deputado Aldo Rebelo.

2) Postergar. Procrastinar.

Duas palavras que são empregadas, primariamente, com o mesmo significado: "Fulano está sempre postergando suas decisões", "Meu pai procrastinou quanto pôde a viagem". Mas, etimologicamente, têm significados opostos. Postergar significa deixar pra trás. E procrastinar quer dizer adiar, ou seja, jogar pra frente.

Na língua, deputado Aldo Rebelo, como em tudo o mais, no fim as paralelas se encontram. Ou não.

Um comentário:

Guilherme Curi disse...

Olá, Stênio!

Isso foi o que você escreveu no blog do Reinaldo Azevedo no dia 10 de fevereiro:

"Sabe,Sou médico e estudioso da história política mundial e leitor assíduo deste notório espaço informativo.Me pronuncio muito pouco por achar que tenho pouco a acrescentar no que vc comenta.Neste episódio em especial, me questiono sobre a natureza humana, e seus nítido desvios de personalidade(caráter).A esquerdopatia ao meu ver pode ser dividida em 2 tipos principais:1- Aquelas pessoas ainda sob franca hipnóse Gramsciana, onde são simplesmente e somente os ideologistas "miolo mole". Normalmente só a cura nestes casos com muita terapia e até intervensão farmacológica. Mas o que resolve mesmo é arrumar um emprego e doses de "mundo real"!2- Aquelas pessoas que já desenvolveram cronicamente um transtorno de personalidade anti-social(conhecido Como Sociopatia ou Psicopatia), onde curas com seu principal sintoma: ausência total do sentimento humano de culpa(não sente remorsos ou pesar por motivo algum). Estes casos não tem cura(irreversíveis), e estão ligados habitualmente aos grandes esquemas e negociátas relacionados ao serviço público. Os graus são variados, desde simples falcatruas até assassinatos e TERRORISMO)Por não haver cura psiquiátrica, as própria leis brasileira condenam este indivíduo(se comprovada a sociopatia) à exclusão social perpétua em Manicômio Judiaciários(é igual a uma cadeia, onde a defesa do funcionário não são armas letais, mas sim Calmantes.Desculpe o excessivo texto de desabafo. Foi só para contextualizar ,à luz da Medicina essa dicotomia entre o bom e o mau.Com relação à tudo que vc escreveu: Assino embaixo!Grande Abraço!"

Devido às manipulações e mentiras do Reinaldo Azevedo, você foi levado a acreditar que eu tenho "nítidos desvios de personalidade", que sou um "sociopata" ou "psicopata", que não tenho "sentimento de culpa", etc.

Espero que, lendo meu blog, você se dê conta da desonestidade do Reinaldo Azevedo e perceba a injustiça que cometeu.

Um abraço!

Guilherme Curi