quinta-feira, 9 de abril de 2009

Vejam o que é uma ditadura, ainda mais a VERMELHA!


Seul, 9 abr (EFE).- A recém constituída Assembleia Suprema do Povo (Parlamento) da Coreia do Norte reelegeu hoje o líder norte-coreano, Kim Jong-il, como líder militar do país comunista, após o polêmico lançamento de um foguete de longo alcance.

"A primeira sessão da Assembleia Suprema do Povo convocada em Pyongyang elegeu o grande líder, o camarada Kim Jong-il, como presidente da Comissão Nacional de Defesa da República Popular Democrática da Coreia", anunciou hoje a agência estatal de notícias norte-coreana "KCNA".

Dessa maneira, Kim, de 67 anos, foi reeleito para liderar o regime comunista pelo novo Parlamento, formado após as eleições realizadas há um mês, quando foram designados mais de 600 legisladores.

A Comissão Nacional de Defesa é o principal órgão militar do país comunista, que controla 1,19 milhão de soldados do Exército norte-coreano.

Embora o trâmite de hoje na Assembleia seja uma mera formalidade, a sessão inaugural costuma servir para nomeação de novos membros do gabinete norte-coreano e o estabelecimento das diretrizes em política externa do país, além de renovar o mandato de Kim por outros cinco anos.

UOL



Líder norte-coreano faz 1ª aparição pública desde doença

Kim Jong-il, de 67 anos, esteve em um evento estatal após suposto acidente vascular cerebral


SEUL - O líder norte-coreano Kim Jong-il fez sua primeira aparição pública em um grande evento estatal desde que supostamente sofreu um acidente vascular cerebral no ano passado, ao participar de um encontro anual do parlamento do país na quinta-feira.

A TV estatal da Coreia do Norte mostrou Kim presente à sessão.

O parlamento recém-empossado norte-coreano havia anteriormente renovado o mandato de Kim no posto de líder supremo militar, marcando seu regresso aos holofotes no momento em que o país comemora um "triunfal lançamento de satélite" no fim de semana -- que outros países dizem ser um teste de míssil disfarçado.

Kim, 67 anos, vinha se ausentando de grandes eventos públicos após o suposto acidente vascular cerebral, o que levantou questões sobre sua continuidade no poder na empobrecida dinastia comunista -- e também sobre se alguém estaria à espera nos bastidores para sucedê-lo.

Estadão online


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