terça-feira, 19 de maio de 2009

Dilma ficará internada no Sírio Libanês


SÃO PAULO - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, deverá permanecer internada no Hospital Sírio Libanês, onde será submetida a novos exames na manhã desta terça-feira, 19. Ao chegar ao hospital, por volta das 3 horas, ela foi submetida a uma ressonância magnética, que segundo boletim médico, mostrou-se dentro da normalidade.

Na segunda-feira, em Brasília, a ministra se queixou de dores nas pernas e chegou a receber medicação na veia. Como as dores não passaram, a equipe médica responsável pelo tratamento a que ela está sendo submetida recomendou que ela fosse imediatamente levada para um hospital para a realização de exames na capital paulista.

Dilma passou a segunda-feira no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, no gabinete em que vem trabalhando desde o início da reforma no Palácio do Planalto. À tarde, ela se encontrou com o presidente interino José Alencar, o ministro da Integração, Geddel Vieira Lima, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

A ministra só deixou o local às 18 horas. Na portaria, disse que não daria entrevistas por ter compromissos, sem dar detalhes. Seguiu então para o Hospital das Forças Armadas, onde recebeu analgésicos. À noite, quando Dilma estava a caminho de São Paulo, o Palácio do Planalto informou que as dores já haviam passado e o motivo da viagem era a necessidade de uma avaliação médica.

Leia a íntegra do boletim médico:

"A Sra. Ministra da Casa Civil Dilma Rousseff apresentou dor de forte intensidade nos membros inferiores, necessitando de medicação endovenosa. A paciente deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, às 3h do dia 19 de maio, para a realização de exames.

A Sra. Ministra submeteu-se a uma ressonância magnética que mostrou-se dentro da normalidade. Durante o dia de hoje (terça-feira) continuará submetendo-se a novos exames."

Assinam o boletim o diretor técnico do hospital, Antônio Carlos Onofre de Lira, e o diretor clínico, Riad Younes.


Estadão


Gostaria de fazer apenas um único comentário: Será este rosto da foto, é resultado de quimioterapia?

Acho que bem provável, mas há uma dose de maquiagem, para aumentar o vitimismo, a qual toda esquerda brasileira usa em tempos eleitorais.

Vocês já viram algum candidato de esquerda se eleger sem usar algum tipo de vitimismo.

Lembrem-se que Geraldo Alkimin foi fruto do "câncer" de Mario Covas.

Cuidado com o golpe do terceiro mandato, por pobrismo, coitadismo, esmolarismo...

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