domingo, 31 de maio de 2009

SOBRIEDADE EM 10 LIÇÕES



"Amigos, vou ser breve", como disse o moribundo gentil.


Aos senhores congressistas em plena decadência da ascensão que nunca tiveram, peço que, pelo menos, não nos encham mais o saco com seu psitacismo (!) delirante. Leiam abaixo 10 lições de brevidade, inteiramente grátis.


I – Não é que o crime não compensa. É que, quando compensa, muda de nome.

II – Errar é humano. Botar a culpa nos outros também.

III – O turista é o câncer do meio ambiente.

IV – Existe coisa mais sóbria do que uma garrafa de uísque lacrada?

V – O psíquico não tem fundo.

VI – Madame, seus cabelos estão ficando brancos? Use senso de ridículo.

VII – Criatividade é isso que os entrevistadores fazem com o que dizemos.

VIII – O que vale o homem que não gasta seu destino?

IX – Nasci no Meyer, aos 9 anos de idade.

X – Mas o máximo da brevidade é a dos surfistas:

"Ó o auê aí ô!"

No meio das ondas não há espaço pra encher o saco.

O logotipo é, graficamente, um exercício de brevidade. Este, do Banco Nacional, de Minas Gerais, feito pelo grande Aloísio Magalhães, ainda contém uma ironia. Em forma de queijo (de Minas) do qual estão comidos dois pedaços, revela o que os sócios estavam fazendo com o Banco.

Um comentário:

Anônimo disse...

CHISTE, o povo continua no "sifú" com os eleitos e os que não conseguiram se eleger:

REPASSANDO:

deu no correio braziliense
Jeitinho de manter o salário

De Izabelle Torres:

Perder a disputa pela reeleição na Câmara não significa ficar longe da folha de pagamento do Congresso. Ex-deputados que amargaram a derrota nas urnas nas últimas votações são colocados em cargos de confiança das lideranças partidárias com os maiores salários disponíveis. Como se não bastasse, alguns conseguem até a liberação do trabalho.

É o caso de Almir Sá, que foi deputado por Roraima de 1999 a 2002 e, em 2003, assumiu como suplente. Filiado ao PR, Sá recebeu o apoio da legenda que até o ano passado tinha seu conterrâneo Luciano Castro como líder.

O ex-parlamentar é bem conhecido pelos funcionários da liderança, mas nenhum o viu trabalhando. O atual líder da legenda, Sandro Mabel (GO), justifica a ausência do servidor com o antigo argumento de realização de “trabalhos externos”. “Não dá para colocar uma pessoa do nível do ex-deputado sentado no gabinete. Ele fica fora, fazendo articulações para nós junto a ministérios e outras coisas”, disse.

Visto pelos corredores da Câmara apenas duas vezes por semana, o ex-deputado Moroni Torgan (CE) integra a lista de funcionários do DEM. Com o salário de R$ 9,5 mil, o ex-parlamentar ganhou o direito a uma vida parecida com a dos tempos em que tinha um mandato. Um assessor foi designado para “acompanhá-lo”. É ele quem recebe os recados e repassa a Torgan as demandas e o resumo dos acontecimentos no Congresso enquanto o ex-deputado está no estado.

A propósito, a frequência do ex-parlamentar na Casa é semelhante a dos atuais mandatários. Segundo relatos dos servidores da liderança do partido, o ex-deputado cumpre a agenda de congressista: chega a Brasília geralmente às quartas-feiras, circula pelas comissões e ministérios e retorna ao Ceará na quinta-feira à noite. No gabinete da liderança, passa apenas para assinar o ponto. O que, de acordo com os relatos, pode acontecer uma única vez por semana.

A reportagem não encontrou Torgan na Câmara durante os últimos dias. Mas cumpriu o ritual dos que tentam um contato com o ex-deputado. Falou com seu assessor, Paulo Dutra, que prometeu repassar o recado quando ele chegasse à capital federal na próxima quarta-feira. De acordo com Dutra, Torgan tem muitas funções na liderança.

Faz articulações nos ministérios e prepara propostas referentes à segurança pública para serem apresentadas pela legenda. Graças ao emprego no Legislativo e às negociações para tentar a disputa por uma vaga de deputado em 2010, o cearense licenciou-se da Polícia Federal.
(Blog do Noblat - 01/06/09)