terça-feira, 14 de julho de 2009

As fraudes Universitárias da "Dra. Dilma"

Terá a "Doutora" Dilma Rousseff obtido alguma "progressão funcional" em função do seu "mestrado" e "doutorado" que foram sem nunca ter sido? Com a palavra, o Ministério Público, sempre tão zeloso para pegar bagrinhos e tão medroso para fisgar baleias.



Agora, quem visita o novíssimo currículo Lattes da "doutora" Dilma, que recentemente foi submetido a uma plástica perfeita, que tirou de lá coisas horríveis, encontra uma nova categoria na pós-graduação stricto sensu do Brasil. A "doutora interrompida". Mas que diabos será isso? Será que ela pretende voltar, depois de 10 anos? Depois de seis anos sem concluir um mestrado, a palavra a ser utilizada no Lattes é "desistente" e não "interrompida", tendo em vista que estourou todos os prazos previstos no Regulamento Geral da Pós-graduação da UNICAMP. E mais. No caso do Doutorado, o regulamento da UNICAMP é claro: o aluno deverá submeter-se a exame de qualificação depois de cumpridos 3/4 dos créditos obrigatórios em disciplinas e até o final do semestre subseqüente à conclusão desses créditos. O objetivo deste exame é verificar a capacidade do aluno de executar o projeto de sua tese. Portanto, não interrompeu. Jubilou. Cancelou. Foi excluída. Desistiu. Jamais interrompeu, porque não poderá retomar! Vamos ensinar a "doutora interrompida" a não cometer estelionato acadêmico? Sem entrar no mérito de como uma aluna desistente de mestrado pode entrar para um doutorado, bota lá assim, "doutora interrompida":

1978 -1983 - Aluna desistente de mestrado em Ciência Econômica

1998 -1999 - Aluna desistente de doutorado em Ciência Econômica
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A pergunta que não quer calar: por que Dilma Rousseff nunca desmentiu o seu currículo falso amplamente divulgado pela imprensa brasileira? Aqui, um fac simile de notícia publicada em 2005.

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Tenho uma péssima notícia para a "doutora" Dilma Rousseff. Ela não pode mais negar que o seu currículo estava errado. Ela sabia não só pelo publicado nos jornais, mas por ter ouvido, ao vivo, um jornalista ler exatamente o que hoje ela tenta desmentir, na sua frente, em um dos mais respeitáveis programas jornalísticos da televisão brasileira. Foi no dia 22 de maio de 2006. Lá estavam insuspeitos jornalistas, que estão sendo instados, agora, a refrescarem a memória, pois todos eles também sabiam. O programa era o Roda Viva, da TV Cultura, que começou assim:

Paulo Markun: Boa noite. Ela tem fama de durona, administradora segura e competente para enfrentar crises. Ex-guerrilheira, foi presa e torturada durante o regime militar. A ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula, Dilma Rousseff, é a entrevistada do Roda Viva desta noite que volta em instantes.

[Comentarista]: Ex-guerrilheira, Dilma Rousseff passou três anos presa em São Paulo, durante a ditadura, foi torturada 22 dias e saiu de lá diferente. Segundo ela, ficou mais tolerante com os outros e aprendeu a conhecer seus próprios limites e fragilidades. Na clandestinidade, usou os nomes Estela, Luíza, Patrícia e Vanda. Chegou a ser chamada de Joana d’Arc [revolucionária francesa que foi queimada viva em uma fogueira durante a Guerra dos Cem Anos] da guerrilha e o sobrenome Rousseff herdou do pai, um búlgaro. Dilma Rousseff nasceu em Minas Gerais, morou em São Paulo, mas escolheu o Rio Grande do Sul para exercer a carreira de economista, depois de fazer doutorado em economia monetária e financeira. Foi secretária da Fazenda de Porto Alegre entre 1986 e 1988, e secretária de Energia, Minas e Comunicações do Rio Grande do Sul por duas vezes. Antes de se tornar a primeira mulher a assumir o Ministério da Casa Civil, conduziu a pasta de Minas e Energia no governo Lula.

Paulo Markun: Para entrevistar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, nós convidamos Ana Maria Tahan, editora-chefe do Jornal do Brasil; Paulo Moreira Leite, repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo; Fernando Rodrigues, colunista e repórter do jornal Folha de S. Paulo, em Brasília; Helena Chagas, diretora da sucursal do jornal O Globo, em Brasília; Denise Rothenburg, colunista de política do jornal Correio Braziliense e Luís Nassif, comentarista de economia da TV Cultura. Também temos a participação do cartunista Paulo Caruso, registrando, em seus desenhos, momentos e flagrantes deste programa.

Paulo Markun: Boa noite, ministra.

Dilma Rousseff: Boa noite, Markun.

Neste momento, a ministra poderia e deveria ter dito: "Markun, tenho uma correção a fazer. Eu não tenho doutorado em economia, eu não concluí em função de ter assumido funções públicas. Mas um dia pretendo terminar". Não, ali, em pleno Roda Viva, cercada de jornalistas, Dilma Rousseff preferiu manter a mentira do seu currículo, com a maior cara de pau do mundo. Não foi digna. Não foi honesta. Não foi correta. Portanto, resta aqui, completamente desmascarada a farsa que a ministra candidata e seus assessores tentam manter, colocando sob suspeita a Plataforma Lattes, que é utilizada em diversos países e é fruto do trabalho incansável de cientistas brasileiros, que criaram esta importante ferramenta para o registro da pesquisa nacional. O Coturno Noturno cumpre a sua parte. Está comprovado que Dilma Rousseff sempre concordou com as mentiras do seu currículo. A não ser que alegue que estava surda no dia 22 de maio de 2006, quando foi entrevistada no programa Roda Viva, da TV Cultura. Aqui, a transcrição completa do programa.

Não é só isso. O Coturno Noturno também constatou que, em 2004, dois anos antes, a ministra Dilma Rousseff também foi entrevistada no Roda Viva. O currículo falso e mentiroso foi lido na sua frente, conforme transcrição:

[Comentarista]: Dilma Rousseff foi um dos primeiros nomes anunciados para o ministério do presidente eleito Lula. Economista com doutorado em teoria econômica, com passado ligado à militância de esquerda e à luta armada nos anos 60 [1960], ela foi secretária de Energia no Rio Grande do Sul, em 1993 e depois em 99.

O único jornalista que participou dos dois programas é o "insuspeito" Luiz Nassif, que tem defendido a ministra com unhas e dentes no seu blog. Ele também "não sabia". Se alguém possuir algum link para os programas, favor postar nos comentários. Ou melhor, coloquem direto no youtube. A mentira tem perna curta e voz grossa. Está sob suspeita tudo o que esta senhora vem alegando a seu respeito, desde o seu passado como militante de esquerda até o seu presente como autoridade pública. Dilma Rousseff mostra, pela dupla mentira avalizada pelo seu silêncio diante das câmeras do Roda Viva, testemunhado pela imprensa brasileira, uma dupla mentira que tentou manter ao longo da última semana, que não tem mais condições éticas para pleitear o cargo de Presidente da República Federativa do Brasil.

Atualizando às 23:35: o link que é citado por blogs chapa-branca, apontando para o Programa É Notícia, de Kennedy Alencar, que entrevistou Dilma Rousseff em 23/11/2008, não mostra a ministra desmentindo o seu currículo. O jornalista diz: " tem mestrado em teoria econômica pela Universidade de Campinas, UNICAMP, e faz doutorado em Economia Financeira e Monetária na UNICAMP". Nos 25 minutos do bloco I, a ministra não desmente a informação, sendo conivente com a mentira do seu currículo acadêmico.


Afinal, o que é verdadeiro na Dilma?

O médico e psiquiatra francês, Ernest Dupré, foi quem, em 1905, conceituou pela primeira vez a mitomania, da seguinte forma: “É a tendência patológica à fabulação consciente. As histórias imaginárias do mitômano são, às vezes, pobres de conteúdo, e inverossímeis, outras vezes, pitorescas, bem concatenadas, pelo que induzem à convicção”. O mitômano não é um mentiroso comum, ele é um compulsivo pela mentira, que é planejada detalhadamente tanto para obter uma vantagem pessoal quanto para causar prejuízo a outrem, sendo uma mola propulsora a esgtimular continuamente a sua conduta. Há, no mitômano, o intuito de agir para um determinado fim, sempre com o propósito de fraudar. Dilma Rousseff, a ministra candidata, acumula vários envolvimentos com o que podemos definir como um quadro de mitomania grave. O dossiê maldoso contra Fernando Henrique Cardoso, envolvendo inclusive a ex-primeira dama Ruth Cardoso com requintes de crueldade, como é o caso do pênis de borracha comprado com cartão corporativo. O dossiê foi criado por subordinados de Dilma Rousseff. Da mesma forma, a ministra candidata alimenta uma história dramática jamais comprovada, a de que foi presa e barbaramente torturada durante o regime militar. Quando foi contraditada em sua história de heroína pela veiculação da sua participação em feitos terroristas na guerrilha, teve acessos de fúria no episódio da "ficha verdadeira ou falsa". Por fim, o episódio do falso doutorado, uma mentira alimentada ao longo dos anos pela ministra candidata, sem dúvida alguma com a sua total conivência, como restou provado aqui, no Coturno Noturno. O artigo “A doença da mentira”, do psiquiatra Albert Zeitone, aborda a questão da seguinte forma:“É preciso compreender a personalidade psicopata antes de tudo, pois a mitomania é uma ferramenta dela. O mitômano usa a mentira de forma consciente para ludibriar pessoas, tirar vantagens. A amoralidade e a insensibilidade são suas marcas registradas. A mentira vira um estilo de vida. Vemos isso com bastante freqüência na política, na figura de líderes mundiais, alpinistas populistas”. A súbita predileção de Lula por Dilma Rousseff deve ser entendida, desta forma, como uma afinidade patológica. São dois mitômanos e a mentira os úne e fortalece. Por isso, é importante desmascarar a ministra candidata antes que seja tarde, pois o Brasil não resistirá mais quatro anos de fraude, burla, engano, ardil e falsificação. Não dá mais para saber o que é verdadeiro em Dilma Rousseff, se é que existe algo.



Um comentário:

Rascunho Geo © disse...

Só quem já fez Mestrado ou Doutorado sabe as dificuldades de se defender uma dissertação ou tese.

Se eu soubesse que era fácil assim teria maquiado o meu CV Lattes desde a graduação.

Imagina o que esse povo não apronta sem que saibamos...