sábado, 11 de julho de 2009

Petralhas, falsidade ideológica, enganar o povo, etc...



Da Folha:
Em nota, a Casa Civil afirmou que a ministra Dilma Rousseff "jamais incluiu ou autorizou a inclusão de seu currículo na plataforma Lattes".A base de dados do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) informava erradamente que ela tinha concluído mestrado na Unicamp. Dilma não defendeu tese.Questionada pela Folha sobre como o erro também figurava no site da Casa Civil, a assessoria de Dilma disse que "era uma informação errada que estava no site do Ministério de Minas e Energia e que foi transcrita pela assessoria, sem revisão, para a página da Casa Civil".Segundo o ministério, as informações foram incluídas na plataforma Lattes em maio de 2000 por um grupo de pesquisa da Fundação de Economia e Estatística do RS, entidade presidida por ela de 1991 a 1993. A FEE-RS disse que só se manifestará na segunda-feira.O nome da ministra, de acordo com a Casa Civil e o CNPq, foi incluído como integrante do grupo de pesquisa "Estado e Setor Financeiro" -nenhum dos envolvidos explicou até agora por que isso teria sido feito, já que Dilma tinha se afastado do grupo e da fundação.O CNPq diz realizar desde quarta-feira uma pesquisa em seus arquivos para tentar descobrir quem incluiu as informações no sistema, mas já indicou que pode não chegar a conclusão nenhuma.
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Durante 9 anos, a ministra candidata viu o seu currículo falso ser publicado em todos os lugares. Em inglês e mandarim. Dezenas de vezes, ao ser apresentada em eventos, estes dados foram citados e ela ficou lá, quietinha. Agora afirma que não foi ela quem incluiu os dados. Até pode não ter sido, mas quem forneceu os dados, obviamente, foi ela. Todos aqueles detalhes não poderiam ser criados pela mente de alguém. E mais: a ministra candidata, se recebeu bolsa do CNPQ, cometeu crime. Deve ser condenada a devolver, com juros e correção monetária, os valores que gastou como "mestre" e "doutoranda", sendo apenas uma reles e medíocre aluna-ouvinte. Está na hora do Ministério Público abrir uma investigação. Quanto mais mexe, mais fede.


A Unicamp emitiu nota confirmando que a "Doutora" Dilma cursou o programa de mestrado e doutorado da universidade, mas não concluiu, pois não apresentou a dissertação, que lhe conferiria o título de Mestre, e, posteriormente, a tese, que lhe conferiria o título de Doutora. "Doutora" Dilma, pelo seu currículo Lattes, foi uma aluna medíocre. Além de não produzir o seu trabalho de pesquisa, também não escreveu nenhum artigo durante a pós-graduação. Nem aqueles papers em que se penduram quatro ou cinco nomes, um ajudando ao outro para turbinar o currículo. Fez bem a ministra candidata em largar o seu mestrado para aceitar um cargo político. Pelo menos, a "Doutora" Dilma teve auto-crítica para entender que teria sido uma péssima pesquisadora. Tomara que tenha a mesma consciência para se olhar no espelho e ver que não reúne as mínimas condições para exercer o cargo de presidente da república, pois falta-lhe, mais do que títulos, um currículo "do bem".

AMORIM

Estão no cobrando de falarmos também do currículo falsificado do nosso Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim que dizia ter doutorado em Ciências Políticas/Relações Internacionais pela London School of Economics and Political Science (1968-1971), uma mentira tão mentirosa quanto os doutorados e mestrados de Dilma.
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Amorim não satisfeito mentiu de novo ao se desculpar, dizendo que fez “estudos de doutorado na London School. Mas nunca terminei. Não é mistério. Nunca disse diferente. Inclusive, quando fiz o meu currículo escrevi: PHD abd, que é como eles usam nos Estados Unidos e na Inglaterra, que é all but dissertation (tudo menos a dissertação).

Amorim com Dilma fizeram modificações diversas no currículo depois que foram flagrados, tentando despistar a falta de caráter, que é muito pior que a falta de qualificação acadêmica.

A história do Ph.D. ABD, é tão falsa quanto tudo que diz. Essa forma da apresentar “título” é usado raramente entre os americanos, “ no caso de um aluno de Ph.D. recém-contratado por uma universidade, comprometido em elaborar a tese dentro de curto espaço de tempo, um ano no máximo. Serve mais para afirmar que o cidadão ainda não é qualificado, do que servir de título para toda a vida.

Esse Ministério do governo Lula, é assim, ora falta qualificação acadêmica, ora falta qualificação moral, ora falta as duas.

Não queremos parecer preconceituosos, mais apostamos que se forem investigar, nem o diploma de torneiro mecânico de Lula, no Senai, é verdadeiro.

The Passira news


Um comentário:

Anônimo disse...

PAGO UM DOCE PRA QUEM MOSTRAR CÓPIA AUTENTICADA DO DIPLOMA DO LULA EM QQR COISA.
oBS: NÃO VALE VINDO DO PT, POIS SABERMOS DO QUE SÃO CAPAZES.LUIZ ROCHA