sábado, 4 de julho de 2009

Um sonho de um brasileiro semelhante a vitória hondurenha


Às 09:36 da manhã daquele dia, o general adentrou o recinto do Palácio do Planalto, acompanhado por 13 militares da tropa de elite do Exército deste País Brasil. Diante do edifício, permaneceram estacionados três tanques de guerra, um jipe com metralhadora montada na traseira e um camburão da Polícia Federal.

Tranquilamente, o general caminhou até o elevador privativo. Os funcionários do Palácio, perplexos mas sabendo perfeitamente o que se passava, não esboçaram qualquer reação. Em menos de três minutos, o general chegou ao gabinete do presidente e entrou sem fazer-se anunciar.

Batendo os calcanhares, postou-se diante do sr. daSilva e, com a voz firme, entoou a frase mágica: "Sr. presidente, em nome dos princípios democráticos da República Federativa do País Brasil, considere-se deposto do cargo que ocupa. Favor acompanhar-me".

Trêmulo, com a boca aberta mascando palavras que não emitia, os olhos esbugalhados como se diante de um fantasma estivesse, o sr. da Silva tentou levantar-se do trono.Não conseguiu.

A sra. Dilma Rousseff, chefe do Gabinete Civil da Presidência da República que estava no despacho matinal com o sujeito, bateu as tamancas sobre o espesso tapete (de modo que não se ouviu ruído algum), levantou as mangas da blusa verde-oliva que vestia, armou o que se pode supor seria um contra-ataque e trovejou: "Mas isso é um absur...". Foi imediatamente detida, agarrada pelos braços e arrastada para a sala ao lado. DaSilva, apontou para a sala, gorgolejou não se sabe o quê, botou as mãos na cabeça e murmurou:

"O povo, o povo... o povo num vai deixá".

Não havia povo algum.

O general ordenou que dois soldados escoltassem o sujeito amarfanhado, estropiado feito pudim mal-feito, lágrimas nos olhos ("meu povo, onde está meu povo?"), um chororô enfiado na goela. "Não me matem, não me matem", gritou, assustado. O general fez um sinal. Três soldados levantaram daSilva da cadeira presidencial (ele está com peso acima do desejável) e o foram retirando do recinto. Tiveram de arrastá-lo. As pernas, atrofiadas pelo medo que consumia daSilva, marcaram o tapete com um rastro de desdita. Ao fundo da sala, um soldado filmava toda a cena com uma linda e moderna câmera já preparada para a era digital. E voilá. Fique registrado para a História que foi assim a deposição do estrupício.

Analisando...

Os perfis dos políticos que estão no poder, é raro encontrar aquele que no passado não se envolveu com atividades marginais encoberta como luta democrática.

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Um cidadão honesto, não é meio honesto é correto em todas as etapas da sua vida. Quem algum dia praticou deslizes, o fará de novo na primeira oportunidade que se encontrar em situação semelhante a do passado.

Nada esperem desses caras de paus que impestam a sociedade.

Se você é honesto, exerça sua cidadania e comece a não concordadar ou ser conivente e tome atitude contra todas as picaretagens que tome conhecimento.

É um sonho, mas pode ser o início para extirpar essas nojeiras que tanto prejudicam o país e os cidadãos de bem.

Créditos Blog Casamata

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