terça-feira, 1 de setembro de 2009

Começa a campanha eleitoral em Honduras


do Estadão : A campanha eleitoral para as eleições gerais em Honduras teve início nesta segunda-feira, apesar da falta de reconhecimento da comunidade internacional.

O pleito está agendado para o dia 29 de novembro. Além do novo presidente, os eleitores votarão ainda para eleger 128 deputados, 20 representantes do Parlamento Centroamericano e 300 prefeitos, entre outras centenas de cargos.

O governo interino, liderado por Roberto Michelleti, deu continuidade ao calendário eleitoral mesmo sem o respaldo da Organização dos Estados Americanos (OEA) e sem um acordo político interno.

A campanha eleitoral começa em meio a uma crise política no país. O presidente, Manuel Zelaya, foi deposto e expulso de Honduras no último dia 28 de junho.

A crise política eclodiu depois que Zelaya tentou fazer uma consulta pública para perguntar se os hondurenhos apoiavam suas medidas para mudar a Constituição.

A oposição era contra a proposta de Zelaya de acabar com o atual limite de apenas um mandato por presidente, o que poderia abrir caminho para uma reeleição do atual presidente deposto.

Os seguidores de Michelleti apostam na realização do pleito para solucionar a crise, enquanto os apoiadores do presidente deposto, Manuel Zelaya, negam o reconhecimento do processo.

"As eleições gerais sem a restituição da ordem constitucional seriam a legalização da violência militar contra o Estado e portanto, inaceitáveis", disse um comunicado divulgado pela Frente Nacional Contra o Golpe.

O atual calendário eleitoral prevê a posse de um novo presidente no dia 27 de janeiro.


Nem coloquei a notícia inteira, pois o resto é daquele tipo de comentário "politicamente correto" , sobre o "golpe" sobre um líder criminoso (não menos, nem mais que Chavez e até mesmo Lulla).
Se a OEA, EUA não reconhecerem...
O importante é que inicialmente o POVO HONDURENHO reconheça.
E este, pelo que sabemos, vai bem obrigado.
Honduras não vai parar, esperando que um criminoso resolva seu descrédito moral.
Avante Hondura Azul. Fora bolivarianos vermelhos.

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