quarta-feira, 9 de setembro de 2009

STF: Caso Batisti. Tá 2 a 1 pró terror


O STF julga ainda a extradição do assassino italiano Cesare Batisti, que foi travestido de perseguido pelo outro Terrorista travestido de Ministro da Justiça, o lambe-botas Tarso Genro.

O Relator Cesar Peluso votou à favor da Extradição e os Ministros Joaquim Lulista Barbosa e Carmen Lúcia votaram pró terror.

Veja alguns pontos do voto de Peluso:

"Não há como emprestar caráter político às ações homicidas [de Battisti]", disse o relator, ao citar decisão da Justiça francesa que, em 2004, determinou sua extradição (Battisti fugiu para o Brasil antes de ser extraditado). "Não existe no caso delito político."


...

No início do voto, o relator afirmou ainda que foi "ilegal e absolutamente nulo" o ato do ministro Tarso Genro (Justiça) que concedeu o refúgio político ao italiano. Segundo ele, não passam de "especulações" as alegações de que a Itália realizou um julgamento viciado do italiano por crimes cometidos na década de 70. "A meu ver, a decisão do Conare [Comitê Nacional para os Refugiados, contrária ao que decidiu Genro] estava correta, o ato [do ministro da Justiça] é ilegal", concluiu.

O voto de Peluso é longo, longuíssimo! Mas traz alguns trechos que são realmente memoráveis. Parece-me impossível que, a esta altura, não vote a favor da extradição:
1 - já deixou claro que não cabe ao Brasil, governo ou STF, atuar como corte revisora da Justiça italiana;
2 - já descaracterizou a tese de Tarso Genro de que Cesare Battisti cometeu crime político;
3 - já descaracterizou a tese da defesa de que os crimes prescreveram segundo as leis brasileiras.

E, há pouco, chegou a afirmar que se trata de má fé, de natureza política e ideológica, afirmar que a Itália que prendeu e condenou Battisti não era uma democracia.

Se quiser ver ao vivo e não tiver acesso a tv justiça, assista aqui:

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