terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Olha que imagem linda para botar na propaganda eleitoral da Guerrilheira!!!! Sai fora DEM!!!!!


O empresário Alcyr Collaço seria um dos responsáveis por receber propina para o PPS

BRASÍLIA - O mensalão do DEM, no Distrito Federal, não ficou só nas meias, sacolas e bolsos de paletó. Agora, apareceu o dinheiro na cueca. Um vídeo gravado por Durval Barbosa, o ex-secretário de Relações Institucionais do DF que resolveu implodir o governo do democrata José Roberto Arruda, mostra o empresário Alcyr Collaço, dono de um pequeno jornal em Brasília e apontado no inquérito como emissário do PPS, escondendo maços de notas de R$ 100 na cueca.

Logo após entrar na sala de Barbosa, ainda em pé, Collaço recebe dois maços de dinheiro, levanta a camisa polo laranja e começa a esconder o dinheiro sob a calça jeans, dentro da cueca. Em seguida ele passa a colocar os maços de dinheiro também na parte de trás da calça. Quando já havia recheado a cueca com os maços de R$ 100, o empresário usa os bolsos. O telefone celular é retirado para dar lugar a mais dinheiro.



Quase no fim da conversa, depois de repassar o dinheiro, Durval Barbosa pergunta: "Você vai ver o Antunes agora?". "Não sei, vou ver se ele está aí", responde Collaço. De acordo com a investigação da Polícia Federal e do Ministério Público, o "Antunes" a que os dois se referem no diálogo seria Fernando Antunes, subsecretário de Saúde do Distrito Federal por indicação do PPS.

Em depoimento, Durval Barbosa disse aos investigadores que Antunes, Collaço e o secretário de Saúde, Augusto Carvalho, também do PPS, dividiam uma propina mensal de R$ 60 mil paga pela empresa Call Tecnologia, cujo dono, José Celso Gontijo, também aparece nos vídeos entregando dinheiro a Durval Barbosa. A empresa presta serviços à Secretaria de Saúde, por meio de um contrato firmado com a estatal Codeplan, um dos principais nichos de negócio do esquema.

Collaço é presidente do jornal Tribuna do Brasil, que circula em Brasília e região. Em sua manchete de ontem, o jornal destacava as explicações do governo Arruda para o escândalo. "GDF fala sobre complô político", dizia.


Estadão

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