sábado, 28 de fevereiro de 2009

Folha de São Paulo: Um pouco mais de detalhes antes das conclusões


A historiadora Maria Victoria Benevides confirmou à jornalista Conceição Lemes que vai comparecer ao ato de repúdio ao jornal Folha de S. Paulo, que está sendo organizado pelo blogueiro Eduardo Guimarães.


De forma irresponsável e vil, o jornal paulista atacou a historiadora que protestou pelo fato de a Folha, em editorial, ter se referido ao regime militar imposto ao Brasil em 1964 como "ditabranda".

A respeito tenho um depoimento pessoal a fazer.

Meu pai, sr. José Rodrigues Azenha, nunca escondeu de ninguém em Bauru que era militante do Partido Comunista do Brasil (PCB).

Ao longo de sua militância, ele sempre defendeu a participação política dos comunistas em alianças eleitorais. Nunca pregou ou se envolveu com a luta armada, nem mesmo depois da imposição do AI-5, em 1968.

Mas isso não impediu que fosse vítima de todo tipo de violência e arbitrariedade.

Testemunhei pessoalmente, quando criança, a invasão de minha casa por homens armados do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) em busca de "literatura subversiva", ou seja, na definição de meu pai todo e qualquer livro com capa vermelha.

Nas apreensões os homens do DOPS levaram livros de Jorge Amado, uma coleção de revistas batizada de USA vs. URSS e centenas de outros livros, muitos deles de ficção.

Meu pai "desapareceu" mais de uma vez de casa, motivo de pânico para a esposa, os filhos e os amigos.

Foi preso sem comunicação à família, sem acusação formal e sem que houvesse qualquer informação oficial a respeito até que, dias depois, reapareceu por conta da amizade com um delegado de polícia. Prisões completamente ilegais e arbitrárias.

Numa das ocasiões ele foi levado para um navio-presídio no porto de Santos, onde ficou alguns dias sem contato com advogado ou com a família.

Posso garantir a vocês que não há nada mais aterrador para uma família que ter um de seus integrantes "desaparecido" pela polícia e, obviamente, nem chego perto de imaginar o que enfrentaram os que foram torturados, mortos e "desaparecidos" pela ditabranda da Folha de S. Paulo.

A posição da Folha, confesso, não me surpreende. Deixa claro que a Folha não defende os interesses do Brasil, mas de UM CERTO BRASIL.


L. C. Azenha




A carta de Ivan

Do blog do Azenha-hoje

O blog do Rodrigo Vianna reproduz as cartas escritas por Ivan Seixas que a Folha de S. Paulo não publicou:
Prezado Senhor

Enviei o email abaixo e não obtive resposta. Ao contrário, vi desaparecer das páginas do seu jornal qualquer referência ao assunto DITADURA VERSUS DITABRANDA, e nem mesmo o ombusdman se dignou a me dar alguma resposta.

Com certeza não esperava que o senhor fizesse agora alguma sugestão do que os algozes da DITADURA (repito, DITADURA - para que não haja dúvidas) deveriam fazer de acordo com seu refinado gosto, ou conforme os critérios do seu infográfico que mede a intensidade de ditaduras. Para ajudar VS, visto que a foto do cadáver de meu pai não lhe pareceu suficiente para sua opinião abalizada, envio agora a de outros dois militantes políticos, igualmente assassinados por sua DITABRANDA, que nós, democratas, continuamos a chamar de DITADURA mesmo.

As três fotos são: meu pai, o mecânico Joaquim Alencar de Seixas, o arquiteto Antônio Benetazzo e o operário químico Virgílio Gomes da Silva.

Observe as fotos anexas e reflita. Apenas isso.

Em seguida, mostre aos seus pares de redação: Clóvis Rossi, Eliane Cantanhede, Kennedy Alencar, Nelson de Sá, Mônica Bergamo e Gilberto Dimenstein, entre outros. Pergunte-lhes o que têm a dizer a respeito do assunto. Depois, peça-lhes que enviem suas opiniões para o meu endereço eletrônico (…) Certamente, eles devem ter algo a acrescentar a este debate. O Fernando Barros e Silva já se manifestou. Mas foi obrigado a concordar com sua tese de retaliação e grosserias contra os professores Fábio Konder Comparato e Maria Victória de Mesquita Benevides. Provavelmente com medo de perder o emprego. Senhor, sua democracia é bem curiosa. Frente à condenação pública, suspende e proíbe o debate.

Não permite que o ombusdman exerça seu papel - e este se acomoda, enquanto o senhor corta as cartas ao “Painel do Leitor”, tal qual a dona Solange Hernandes fazia nos áureos tempos do seu pai e do seu jornal cedido ao pessoal da Oban-DOI/Codi. Ou seja, o senhor cuida de seus funcionários como seu pai cuidava de suas galinhas.

Como o senhor há de supor, vou enviar este email para o maior número possível de amigos. Mandarei, inclusive, para a Doutora Beatriz Kushnir, que conhece bem esse assunto.

Espero que, desta vez, o senhor tenha a dignidade de autorizar aos seus subordinados, a publicação da minha carta.

Democraticamente,

Ivan Akselrud de Seixas


A Vichy do PT


A USP é a Vichy do petismo. É dominada pelos colaboracionistas do regime. Uma hora, os professores doutrinam os estudantes. Outra hora, eles montam a plataforma eleitoral do partido. Outra hora, assumem cargos no Palácio do Planalto.

Um nome? Maria Victória Benevides. Ela passou por tudo isso: já doutrinou os estudantes, já montou a plataforma do PT e já assumiu cargos no Palácio do Planalto. Com tantas medalhas no peito, ela pode ser considerada, com uma certa ligeirice, o marechal Pétain da USP.

Nos últimos anos, Maria Victória Benevides combateu destemidamente todos os insubordinados que procuraram resistir à supremacia de Lula: Em 2005, ela atribuiu o mensalão ao "sensacionalismo da imprensa", acrescentando que ninguém podia dar ensinamentos de ética a Lula. Em 2006, ela passou um pito nos petistas que defendiam outro caminho para a economia. Em 2007, ela ridicularizou as lamúrias de Fernando Henrique Cardoso. Em 2008, ela se reuniu com outros trinta hierarcas da academia e, depois de fazer propaganda do PAC, engajou-se com entusiasmo na candidatura presidencial de Dilma Rousseff.

Até recentemente, Maria Victória Benevides podia contar com uma poderosa arma. Isso mesmo: a "Folha de S. Paulo". Sempre que Lula ou o PT se metiam numa enrascada, lá ia ela, a colaboracionista do regime, o marechal Pétain da USP, oferecendo uma espécie de arrazoado ao jornal, publicado sob a forma de um artigo, ou de uma carta, ou de uma frase: num ritmo de dez, onze, doze vezes por ano.

Quando o arsenal de Maria Victória Benevides parecia estar se esgotando, seu lugar na "Folha de S. Paulo" era preenchido por outro colaboracionista do regime, comumente identificado como "intelectual do PT". Quem? Fábio Konder Comparato.Goffredo da Silva Telles. Dalmo Dallari. Maria Rita Kehl. Emir Sader. Renato Janine Ribeiro. Paul Singer. Antonio Candido. Uma gente caduca, uma gente tacanha, uma gente cabotina, que pretende ser eternamente recompensada por seus gestos durante o regime militar.

Agora tudo mudou. Alguns dias atrás, um editorialista da "Folha de S. Paulo", Vinicius Mota, empregou o termo "ditabranda" - em vez de ditadura - para caracterizar aquele mesmo regime militar. É um trocadilho antigo. Já foi usado por Márcio Moreira Alves. E já foi usado na própria "Folha de S. Paulo", num artigo de 2004. Desta vez, porém, Maria Victória Benevides decidiu espernear, ordenando ao jornal que se retratasse. E Fábio Konder Comparato esperneou junto com ela. A "Folha de S. Paulo" respondeu candidamente, recordando que a ira dos dois professores, "figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela vigente em Cuba, é obviamente cínica e mentirosa".

Maria Victória Benevides cancelou sua assinatura da "Folha de S. Paulo" e disse que nunca mais aceitará se manifestar por meio do jornal. Fábio Konder Comparato acompanhou-a. Os outros colaboracionistas do regime publicaram um manifesto de apoio aos dois. Se eles cumprirem a promessa de nunca mais aparecer no jornal, todos nós sairemos ganhando. O melhor a fazer é tirar-lhes a voz, na "Folha de S. Paulo" e no resto dos jornais. Só assim Vichy cairá.


Diogo Mainardi

Veja.com


Comento : Aguardemos com ansiedade o Editorial da Folha de SP de amanhã!!!!


Chile: 17 anos de ditadura- 3159 pessoas.

Argentina: 07 anos de ditadura- 30.000 pessoas

Cuba: até hoje- ditadura de Fidel - 86.587 pessoas

Camboja: 5 anos 2 milhões de pessoas

Brasil: 20 anos de ditadura - 293 pessoas confirmados

E não foi uma ditabranda?

Plásticas não escondem um passado nebuloso nem o presente medíocre.

Por absoluta falta de opção, Lula insiste no plano “D”.


“D” de “Dilma” e de “desespero”, e tem tentado a todo custo emplacar Dilma Rousseff como candidata à sucessão presidencial.

Antes das eleições para prefeitos, imaginava-se que Lula seria capaz de transferir sua popularidade elegendo até um poste.

Marta Suplicy, que talvez seja pouco mais que um poste, mostrou que não é bem assim. Apesar de ter sido apoiada por Lula, teve um desempenho medíocre nas urnas.

Lula está com a máquina produzindo publicidade continuamente há praticamente 7 anos e tudo que conseguiu construir em seu entorno foi uma imagem de um governo corrupto, ineficiente e fisiologista.

Nesse cenário Dilma é, na opinião de Lula, a menos pior como candidata. O ministro da Justiça Tarso Genro, bem definiu a situação numa entrevista concedida na Espanha quando afirmou que Dilma tem um handicap, ou seja, uma desvantagem. Na realidade sua intenção não era essa, mas ao querer mostrar uma erudição que não tem, acabou falando uma verdade.

Lula andou dando conselhos à Dilma para ser mais gentil, tentou emplacá-la com mãe do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC e tem promovido um grande circo para lançar holofotes sobre Dilma Rousseff.

Dilma também tem se esforçado. Fez uma plástica para rejuvenescer e não perde uma oportunidade de discursar.

Mas plásticas só mudam a fachada e não escondem a essência do ser, e discursos sem ações positivas são propaganda enganosa.

Dilma Rousseff, codinome Estela, é uma ex-terrorista com extensa ficha criminal

Há quem diga que esse seja um passado remoto que já não conta. Talvez não seja bem assim. Tanto que o ministro Carlos Minc, também ex-terrorista e contemporâneo de Dilma saiu em sua defesa tentando minimizar sua atuação e seus crimes.

Ainda que se lance uma cortina de fumaça sobre seu passado criminoso, Dilma está no centro de um lamaçal que fede à distância.

Superfaturamentos e uso indevido de cartões corporativos, dossiê para chantagem política e negociatas escusas têm rondado seu gabinete desde a ascensão de Lula ao poder.

Além disso, o PAC que poderia render bons frutos, transformou-se num monstro bastardo eivado de corrupção e publicidade enganosa. A incompetência é tamanha que a madrasta do PAC e sua equipe simplesmente não conseguem executar o orçamento. Ou seja, o recurso existe mas os gestores não conseguem gastá-lo.

De acordo com apresentação e relatórios oficiais, (http://www.fazenda.gov.br/portugues/releases/2007/r220107-PAC.pdf e http://www.brasil.gov.br/pac/.arquivos/balanco5_apresentacao.pdf) o PAC teria um custo total de 503,9 bilhões a serem aplicados em melhoria de infra-estrutura de 2007 a 2010.

Os relatórios de execução são peças publicitárias muito bem ilustradas com fotos que impressionam e um gigantesco “embróglio” de números que confundem prosperidade econômica conjuntural com a efetiva prestação de contas do PAC.

Segundo o último relatório PAC - Balanço 5 até o momento o PAC conseguiu concluir:

  • 53 km de extensão da ferrovia Norte–Sul;
  • 3.343 km de pavimentação de rodovias;
  • 54 embarcações novas para a Marinha Mercante;
  • a geração de mais 1.314 MW de energia elétrica;
  • a extensão de 2.824 km de linhas de transmissão;
  • a descoberta de novas reservas de petróleo e gás;
  • o aumento da produção de combustíveis renováveis e
  • o eixo de integração Orós-Feiticeiro, no Ceará, obra complementar ao Programa de Integração do rio São Francisco com as bacias do Nordeste Setentrional.

Talvez esses números anunciados com grande alarde, isoladamente impressionem um leigo que não tenha noção da infraestrutura de um país de dimensões continentais como o Brasil.

A título de comparação, seguem alguns dados da infraestrutura do país.

  • Extensão da malha ferroviária: 28.522 km (fonte: Atlas do Transporte 2006)
  • Extensão da malha rodoviária: 1.610.075,9 km (fonte: www.dnit.gov.br)
  • Frota de Marinha Mercante brasileira: 1.116 embarcações de cabotagem, longo curso e apoio (Fonte: Agência Nacional de Transportes Aquaviários)
  • Geração de energia elétrica: 39.753 MW (fonte: Ministério de Minas e Energia)
  • Extensão do sistema de transmissão de energia: 57.000 km (fonte: Ministério de Minas e Energia)

O único número mais expressivo é o aumento do número de embracações. Mas esse número precisa ser conhecido com mais detalhe pois o relatório do PAC não menciona quais as classes de embarcação incluidas em seu relatório. Se forem embarcações de 54 longo curso ou cabotagem, esse número de fato representaria um avanço importante.

Na prática todos esses números teriam que ser comparados em termos de evolução histórica e principalmente com as metas decorrentes de necessidades futuras identificadas em estudos prospectivos.

Se essa comparação fosse feite, descobriríamos que o grande PAC pouco representa.

Fora a gigantesca rede de corrupção ligada aos programas do PAC e já identificada pela Polícia Federal em mais de 150 municípios, os demais resultados são tão insignificantes que não há o que comentar.

Para finalizar, existe algo extremamente inconsistente ou muito mal explicado no PAC. Segundo o resumo do programa, (http://www.fazenda.gov.br/portugues/releases/2007/r220107-PAC.pdf) seriam aplicados em quatro anos R$ 503,9 bilhões em infra-estrutura. Passados dois anos o governo conseguiu um desempenho ridículo conforme mostra o quadro abaixo.

ANO Empenhado (R$) Pago (R$)
2007 7,7 bilhão 4,4 bilhão
2008 10,4 bilhão 8,2 bilhão

Se em dois anos os empenhos somados chegaram a R$ 18,1 bilhões e a execução chegou a ridículos R$ 12,6 bilhões, só por mágica ou milagre conseguirão executar os R$ 503,9 bilhões.

Mas a candidatura de Dilma Rousseff tem seu lado interessante.

O fato dela ser medíocre e de ser a única aposta de Lula é uma chance impar do Brasil se livrar dessa esquerda corrupta que durante décadas minou a política fazendo oposição cega ao país e a qualquer iniciativa que pudesse trazer resultados positivos.

Além disso, foi por terra de vez o mito fabricado que a esquerda é honesta. O governo Lula mostrou que a essência da esquerda é o aparelhamento do estado e que seu único projeto político é a corrupção em todas as esferas e amplitudes.

Queria o destino que não seja possível fabricar outro candidato menos medíocre e que Dilma não passe da insignificância política que efetivamente representa.

Contudo existe um risco. A oposição, ou melhor, aquilo que se autodenomina oposição, dorme com as cobras. Ou seja, é possível que, com ou sem Dilma, tenhamos mais quatro anos do mesmo.


OFCA

Mercado põe em dúvida ajuda ao Citi e futuro do BofA


Críticos do acordo apontam para o fato de o Citibank não receber nenhum dinheiro novo para sua operação



Mesmo sendo o maior passo até agora em direção a uma maior participação estatal no sistema bancário americano, o acordo anunciado ontem entre o governo dos Estados Unidos e o Citibank não foi bem recebido pelos mercados. Num plano mais imediato, acionistas dos principais bancos americanos ficaram temerosos com a diluição do seu capital, se acordos desse tipo forem fechados com outras instituições.

Já numa visão mais ampla, há dúvidas sobre a capacidade da operação divulgada nesta sexta-feira de salvar o Citibank, que perdeu mais de 93% do valor de mercado no último ano.

"Não é evidente que esse plano vai bastar", comenta Armando Castelar, analista do Gávea Investimentos. O Citi, na verdade, ainda deve ser submetido ao teste de estresse que será aplicado a todos os grandes bancos americanos. Caso não fique provado que tem condições de resistir e ser lucrativo mesmo em cenários pessimistas, o banco fica sujeito a receber mais injeções do governo, que poderão elevar ainda mais a participação estatal.

Os outros bancos também serão capitalizados, se não passarem no teste de estresse, por meio de um modelo com diferenças em relação ao que foi anunciado ontem para o Citi. Logo após o anúncio do plano de conversão de ações do Citibank, a empresa de pesquisa de crédito Egan-Jones enviou nota aos investidores afirmando acreditar que o Bank of America (BofA) será o próximo a receber injeção de capital do governo. Pelos cálculos da empresa, o BofA vai precisar ser capitalizado em US$ 100 bilhões nos próximos 100 dias (as ações do banco caíram 25,75% ontem).

Alguns críticos do acordo anunciado ontem apontam o fato de que o Citibank não recebe nenhum dinheiro novo do governo ou dos seus grandes investidores privados, que apenas mudam as características de parcela da sua participação - de ações preferenciais, que nos Estados Unidos pagam dividendos estipulados de forma rígida, para ações ordinárias. Há, de qualquer forma, uma economia de parcela dos quase US$ 3 bilhões dos dividendos anuais, que deixará de ser paga.

Alexandre Schwartsman, economista-chefe do Santander no Brasil, acha que permanece o problema de que as injeções de capital já recebidas pelo Citibank não são suficientes para recuperar a saúde do banco, já que são sempre menores do que as crescentes perdas de valor dos ativos da instituição. Schwartsman acha que uma solução efetiva teria de incluir um plano como o Proer brasileiro, pelo qual os ativos de má qualidade são segregados no chamado "banco ruim".

O problema, ele continua, é que, além de dificuldades políticas e legais, a separação dos ativos ruins implicaria necessariamente cristalizar grandes perdas para os credores do banco, e não apenas para os acionistas, como vem ocorrendo. "Os credores têm de entrar na dança", ele diz.

As perdas ocorreriam porque os ativos ruins teriam que ter como contrapartida uma parcela equivalente do passivo do banco, isto é, de parte das aplicações no Citi dos seus credores. Nesse banco ruim, a perspectiva de recuperar os investimentos seria baixa.

Em contrapartida, os ativos bons seriam casados com o restante do passivo num "banco bom", que teria chances muito maiores de voltar a ser lucrativo e a expandir o crédito e, portanto, atrairia mais facilmente o capital privado e representaria menor risco para o capital bancado pelos contribuintes.


Fernando Dantas Estadão online

Justiça suspende demissões da Embraer, e esta recorre.


















O Tribunal Regional do Trabalho de Campinas (15ª região) determinou na noite de quinta-feira a suspensão temporária das 4.270 demissões feitas pela Embraer.

A decisão causou impacto no Brasil e no exterior e refletiu no valor das ações da fabricante de aeronaves. As ADRs da Embraer na Bolsa de Nova York cederam 4,76%. Na Bovespa, as ações ordinárias fecharam em queda de 2,08%.
A Embraer informou que recorreria ontem da decisão do TRT.

Os especialistas em Direito acham pouco provável que a empresa tenha sucesso na cassação da liminar. Isso porque está marcada para quinta-feira uma audiência de conciliação entre a companhia e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP).
A entidade pede na Justiça que as demissões sejam suspensas e alega que a empresa não a comunicou sobre a decisão com antecedência.

O desembargador Luís Carlos Cândido Martins Sotero da Silva informou no despacho que houve um desrespeito aos trabalhadores.
Ontem os demitidos conseguiram o apoio do presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, que se comprometeu a conversar com a direção da empresa. A liminar foi festejada pelos trabalhadores em São José dos Campos, onde houve manifestações na porta da Embraer. "Esse é um indicativo de que estamos em melhores condições de negociação", disse o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Luiz Carlos Prates. Prates diz que embora os funcionários não tenham efetivamente voltado ao serviço, o período de suspensão das demissões vai contar como tempo trabalhado.

Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, a Embraer vai ter de tomar outra postura com os sindicatos a partir da decisão judicial. "Se a Embraer continuar com essa intransigência, vai perder na Justiça", afirmou.
Segundo ele, os sindicatos estão dispostos a negociar alternativas às demissões na audiência de conciliação.

Entre as propostas citadas por Paulinho, estão o estabelecimento um plano de demissão voluntária, a concessão de licença remunerada e a redução de jornada. Caso as partes não cheguem a um acordo, o dissídio coletivo será julgado pelo TRT.
Aos demitidos resta torcer para que a retomada da negociação traga o retorno efetivo ao trabalho. "Temos que nos apegar a esse fio de esperança", afirmou o metalúrgico despedido José Cláudio Nascimento, de 29 anos. Ele diz que os colegas de trabalho demitidos em outubro do ano passado ainda não encontraram emprego.



Paulo Justus e Paula Pacheco


Estadão online



Embraer tentará manter demissões


São Paulo -
A Embraer informou que vai recorrer da decisão do Tribunal Regional do Trabalho de Campinas (15ª região), que determinou na noite de quinta-feira a suspensão temporária das 4.270 demissões feitas pela empresa. A decisão causou impacto no Brasil e no exterior e refletiu no valor das ações da fabricante de aeronaves. As ADRs da Embraer na Bolsa de Nova York cederam 4,76%. Na Bovespa, as ações ordinárias fecharam em queda de 2,08%.

Os especialistas em Direito acham pouco provável que a empresa tenha sucesso na cassação da liminar. Isso porque está marcada para quinta-feira uma audiência de conciliação entre a companhia e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP). A liminar vale até esta data apenas.

A entidade pede na Justiça que as demissões sejam suspensas e alega que a empresa não a comunicou sobre a decisão com antecedência. O desembargador Luís Carlos Cândido Martins Sotero da Silva informou no despacho que houve um desrespeito aos trabalhadores.

Ontem os demitidos conseguiram o apoio do presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, que se comprometeu a conversar com a direção da empresa.

A liminar foi festejada pelos trabalhadores em São José dos Campos, onde houve manifestações na porta da Embraer. "Esse é um indicativo de que estamos em melhores condições de negociação", disse o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Luiz Carlos Prates.

Prates diz que embora os funcionários não tenham efetivamente voltado ao serviço, o período de suspensão das demissões vai contar como tempo trabalhado.

Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, a Embraer vai ter de tomar outra postura com os sindicatos a partir da decisão judicial. "Se a Embraer continuar com essa intransigência, vai perder na Justiça", afirmou.

Segundo ele, os sindicatos estão dispostos a negociar alternativas às demissões na audiência de conciliação. Entre as propostas citadas por Paulinho, estão o estabelecimento um plano de demissão voluntária, a concessão de licença remunerada e a redução de jornada. Caso as partes não cheguem a um acordo, o dissídio coletivo será julgado pelo TRT.

Aos demitidos resta torcer para que a retomada da negociação traga o retorno efetivo ao trabalho. "Temos que nos apegar a esse fio de esperança", afirmou o metalúrgico despedido José Cláudio Nascimento, de 29 anos. Ele diz que os colegas de trabalho demitidos em outubro do ano passado ainda não encontraram emprego.


Estadão online

SAÚDE: LULA cadê as verbas?????


Os empreiteiros, generosos financiadores de campanhas eleitorais, estão rindo de cofrinho a cofrinho. Lula da Silva avisou ontem, pela terceira vez, que seu governo programa para anunciar uma nova data para o programa de incentivo à habitação popular. O chefão promete lançar, daqui a 15 ou 20 dias, o pacotão para construir 1 milhão de casas em dois anos. Lula garante que tem dinheiro para a empreitada.

Enquanto Lula faz mais uma promessa – no que promete ser uma grande estratégia para a pré-campanha presidencial (oferecer casa para todos) -, seu desgoverno tenta esconder – com ajuda da mídia amestrada por patrocínios de estatais – um verdadeiro descalabro na área de saúde. Não se sabe por que motivo o SUS (Sistema único de Saúde, criado e gerido no melhor estilo soviético) não repassa verbas para pagamento de profissionais de saúde em grandes centros e, principalmente, no Nordeste.

Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e tantos outros profissionais que já estão há quase dois meses sem receber em hospitais conveniados ao sistema do governo ficaram indignados com a imagem do Presidente da República, em plena Passarela do Samba do Rio de Janeiro, jogando camisinhas para o povo. Simbolicamente, os sem-salário entenderam: Lula quer nosfu...

A bomba da saúde está prestes a estourar... O triste é que a irresponsabilidade do desgoverno, que segura verbas da saúde inexplicavelmente, pode custar a vida de muitos brasileiros – inclusive de uma grande maioria dos 84% que garantem a popularidade de Lula. Será que o dinheiro da saúde foi aplicado em alguma operação financeira estranha e “tomou doril”?

Enquanto a crise é real no desgoverno, Lula prossegue em sua marketagem para a platéia – inclusive a internacional, com vistas à reunião dos chefes de Estado do G-20, em Londres – sede operacional da Oligarquia Financeira Transnacional que controla o mundo globalitário. Ontem, Lula soltou a pérola: "Esse país tão humilde e tão achincalhado, quando sentar na mesa do G20, certamente será um dos países que terá mais autoridade moral para falar como se cuida de um País".

Lula, se mostrarem o que está acontecendo na saúde, a saúde da sua imagem vai contrair uma grave doença... E o remédio, depois, pode ser amargo... Quem morrer não verá!



© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 28 de Fevereiro de 2009.

A "excelência" da medicina cubana e o "humanismo" das FARC


Recebi dias atrás um comentário do professor de medicina da UnB, Marcelo Hermes de Lima que publiquei, mas resolvi visitar seu blog para conhecer melhor seu trabalho. É muito bom, dentro de sua área específica, mas lá para as tantas dei de cara com um comentário que ele fazia sobre a famosa “medicina cubana”, contando a história repassada por uma amiga que tem parentes cubanos. A moça conta que um priminho seu tem problemas de deficiência mental, causados pela negligência médica cubana por não realizar o simples teste do pezinho. Pior do que a negligência foi a mentira descarada em afirmar e reafirmar que haviam realizado o teste e, depois que os pais desse bebê deixaram o maravilhoso “paraíso”, os médicos da Ilha não lhes forneceram o prontuário do bebê para que seus colegas do outro país pudessem avaliar o quadro clínico com mais subsídios. Além de incompetentes, são desonestos na hora de provar a tal “excelência” da medicina cubana.

Fiz este comentário, aparentemente unusual neste blog, porque hoje volto a tocar nesse tema que é propagandeado como um dos “logros da revolução” comunista dos Castro e que tem-se provado mais e mais ser antes um embuste, um crime, uma farsa que tem suas versões pioradas com as mal chamadas “missões”. Uma amiga venezuelana enviou-me ontem o relato de um crime – não de morte – cometido a uma venezuelana pelos tais “médicos” dessas pavorosas missões, que a ditadura da Venezuela importou de Cuba APENAS para manter o regime e ajudar na disseminação da doutrina marxista. Embora tenha voltado a circular hoje, o relato foi feito em 2006 e o fato ocorrido em 2005 mas permanece atualíssimo, uma vez que ocorrências degradantes como esta são recorrentes, em todos os países onde as malditas “missões” cubanas são implantadas.


E o outro monumental desmascaramento de hoje não podia deixar de ser o “humanismo das FARC”. Nos vídeos repassados na última edição os terroristas afirmam com a maior candura e com a “dignidade de uma cristaleira” (magnífica expressão cunhada pelo meu amigo Cel Villamarín!) que querem a “paz” na Colômbia e que, se isto não ocorreu até hoje, é por culpa do malvado e egoísta presidente Uribe que é um belicista, ditador e terrorista de Estado (sic). Bem, leiam os dois textos que traduzi porque não há nada que me dê maior prazer do que trazer à luz as mentiras de comunistas e terroristas, e mais ainda daqueles que os apóiam e fingem ser “democratas”. Não passam todos de reles vigaristas, mentirosos que não merecem qualquer manifestação de respeito ou apoio por parte de quem preza o bem e a verdade. Os créditos das fotos são do site “Cubalsero”. Fiquem com Deus e até a próxima!

Traduções e comentários: G. Salgueiro

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Protegidos Pelo Silêncio da Mídia II


Rússia & Terrorismo Islâmico

O orvalho vem caindo

Segundo o Asia Times do dia 26, "o ponto alto da visita do presidente russo Vladimir Putin a Teerã na semana passada foi o encontro com o supremo líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei. Uma alta fonte diplomática em Teerã informou que no essencial Putin e Khamenei concordaram num plano destinado a esvaziar o incansável impulso da administração George Bush para um ataque preventivo, talvez mesmo tático-nuclear, contra o Irã. Um ataque ao Irã será visto por Moscou como um ataque à Rússia ". Provavelmente o jornal tem razão. A ligação da Rússia com os radicais islâmicos é muito mais antiga e sólida do que a amizade fingida com os americanos. No mínimo, as principais lideranças revolucionárias muçulmanas não nasceram de nenhum espontaneísmo "fundamentalista", mas de um longo esforço de preparação conduzido pela KGB através dos serviços de inteligência dos países satélites da União Soviética.


A KGB, hoje FSB, que desde o tempo de Lênin já mudou de nome uma dúzia de vezes mas jamais parou de crescer, é a maior, mais rica e mais poderosa organização de qualquer tipo que já existiu no mundo, e está capacitada para criar e implementar planos de longo prazo que ultrapassam o horizonte de visão da maioria dos analistas ocidentais, pelo menos os que escrevem na grande mídia. Estes tendem a explicar tudo em função de causas histórico-sociais anônimas, ignorando muitas vezes a ação de grupos e indivíduos de carne e osso por trás de tudo. A profusão desses diagnósticos pseudo-eruditos no que diz respeito ao terrorismo islâmico tem obscurecido por completo o único fator agente que tem importância efetiva: os planos de longo prazo da KGB para atacar os EUA com mão islâmica e ao mesmo tempo destruir a odiada "civilização ocidental" através de uma guerra cultural empreendida habilissimamente, na qual o próprio horror causado pelas iniciativas bárbaras dos terroristas islâmicos treinados pela KGB é usado como pretexto para um ataque brutal às tradições religiosas em geral, sobretudo aquelas mesmas que são as maiores vítimas da violência “islâmica”, isto é, o cristianismo e o judaísmo.

Entre os maiores ex-oficiais de inteligência soviéticos que desertaram para o Ocidente, é unânime a afirmação de que todo o radicalismo islâmico nada tem de islâmico e é, de alto a baixo, uma criação da KGB. Um desses oficiais, Ion Mihai Pacepa ( Red Horizons. Chronicles of a Communist Spy Chief , Washington, Regnery, 1987), relata ter sido um dos orientadores de Yasser Arafat, formado pela KGB para servir de testa-de-ferro num ataque indireto a Israel e EUA. O general Jan Sejna, membro do Comitê Central do Partido Comunista da Tchecoslováquia, testemunhou a articulação de terrorismo e narcotráfico que, preparada pelos soviéticos desde os anos 50, veio a criar todo o cenário de caos e terror em que o mundo vive hoje (v. seu depoimento em Joseph D. Douglas , Red Cocaine. The Drugging of America and the West , London, Harle, 2nd. ed., 1999). Anatoliy Golitsyn, ex-chefe da contra-espionagem anti-americana da KGB, antecipou, com base em informações de primeira mão, todos os passos estratégicos da Rússia nas últimas duas décadas, acertando, segundo aferições recentes, em 96 por cento de suas previsões, que incluíam o desmantelamento aparente do Estado soviético e ao mesmo tempo a expansão ilimitada das ações da KGB no mundo através do terrorismo islâmico, do narcotráfico, da ocupação de espaços nos organismos internacionais e da penetração maciça na mídia européia de modo a torná-la um poderoso instrumento para campanhas anti-americanas (v. New Lies for Old , New York, Dodd, Mead & Co, 1980).

Suas análises são convergentes com algumas de Ladislav Bittman, ex-chefe do Departamento de Desinformação do serviço de inteligência tcheco (com missões inclusive no Brasil, onde foi um dos criadores da lenda da participação americana no planejamento do golpe de 1964: v. The KGB and Soviet Disinformation , Washington, Pergamon-Brassey's, 1985), e também são coerentes com os fatos colhidos por Vassili Mitrokhin, alto funcionário que durante dez anos copiou em segredo arquivos da KGB e depois os transportou ao Ocidente, onde foram divulgados com a ajuda do historiador britânico Christopher Andrew em dois livros monumentais ( The Sword and the Shield. The Mitrokhin Archive and the Secret History of the KGB , New York, Basic Books, 1999, e sobretudo The World Was Going Our Way. The KGB and the Battle for the Third World , id., ibid., 2005). No mesmo sentido vêm os depoimentos e análises do coronel Stanislav Lunev, ex-membro do Diretório de Inteligência do Estado-Maior russo: “Não tenho dúvidas de que a Rússia esteve por trás de muitos desses grupos terroristas, financiando-os e equipando-os” (v. Through the Eyes of the Enemy: The Autobiography of Stanislav Lunev , Washington, Regnery, 1998).


Que a Rússia, em tudo isso, opera em estreita colaboração com a China, é algo de que não se pode duvidar desde as análises do prof. Alexandr Nemets, ex-membro da Academia de Ciências da URSS (v. “Chinese-Russian Alliance”) e sobretudo desde o projeto russo de uma nova estrutura de poder militar mundial a ter como centro de comando a Organização de Cooperação de Shangai, que reúne Rússia, China, Cazaquistão, Quirziguistão, Tajiquistão e Uzbequistão (v."Sugestão aos bem-pensantes”). Outro refugiado russo, o filósofo Lev Navrozov, decerto uma das mentes mais brilhantes do universo, vem advertindo repetidamente quanto à acumulação chinesa de armas nanotecnológicas, instrumentos por excelência da guerra pós-nuclear, capazes de destruir em poucas horas as principais cidades americanas sem qualquer estado de guerra explícito (v. The Education of Lev Navrozov , New York, Harper's, 1975, assim como a infinidade de artigos publicados em http://www.newsmax.com/Navrozov e em www.levnavrozov.com). Mas talvez o documento mais eloqüente de todos seja o livro em que dois oficiais chineses, com antecedência de dois anos, traçam planos meticulosos para a destruição do World Trade Center por meio do choque de dois aviões e ainda sugerem, como executor preferencial do plano, o nome de Osama Bin Laden (v. Qiao Liang and Wang Xiangsui, Unrestricted Warfare , Beijing, PLA Literature and Arts Publishing House, 1999).


É absolutamente impossível que os tagarelas pomposos da mídia ocidental, com suas especulações sobre "fanatismo religioso", “populismo” e outras desconversas, entendam melhor o fenômeno do terrorismo internacional do que essas testemunhas diretas que o viram nascer na própria fonte. Infelizmente, no Brasil, como já tenho assinalado repetidas vezes, a mídia popular tornou-se a fornecedora predominante ou única de informações para as classes cultas, ditas “dominantes”, que outrora tinham pelo menos a sabedoria de rir da opinião dos jornais (com exceção talvez dos consistentes editoriais do velho Estadão , que tinha a seu serviço estudiosos do porte de um Nicolas Boer) e buscar alimento em fontes mais sérias. Graças a esse fenômeno deprimente, a simples sugestão de que os bons e velhos comunistas soviéticos e chineses estão por trás do terrorismo islâmico soará naturalmente como pura fantasia direitista, talvez até “macartista”. Na mente nacional, mesmo “de direita”, chavões esquerdistas idiotas, incorporados à linguagem usual da mídia, são mais convincentes do que qualquer quantidade de conhecimentos e provas. Comparando a total ignorância aí vigente com a pletora de material bibliográfico existente nos EUA sobre o assunto deste artigo, torna-se claro que o Brasil, de uma vez por todas, desistiu de entender o mundo real e consentiu em deixar-se guiar por um grupo de revolucionários cegos e loucos, nos quais confia como se fossem enviados do Senhor ou no mínimo idealistas inofensivos.

O fato é que Putin, ao visitar a Inglaterra em 2000, advertiu que o Ocidente dificilmente escaparia de uma guerra com o Islam. Só não informou de que lado a Rússia estaria nesta guerra. Todo mundo, então, entendeu suas palavras como se viessem da boca de um aliado dos EUA. Mas o sentido invertido da declaração torna-se retroativamente patente quando lembramos que, na mesma entrevista, o ditador então em germe associou a tragédia do 11 de setembro aos atentados chechenos em Moscou, como se dissesse: "O terrorismo ameaça a todos nós." Hoje sabemos, acima de qualquer possibilidade de dúvida, que os atentados em Moscou foram uma operação da própria KGB, destinada a aumentar formidavelmente o poder do governo central russo, que enquanto isso fornecia todo tipo de armas aos terroristas islâmicos contra os quais ele mesmo advertia. Com uma mesma frase, Putin diz uma coisa para a platéia, outra para os iniciados. É típico da linguagem comunista.

Para quem estuda o assunto, não há mais como duvidar de que o terrorismo internacional, com seu irmão siamês, o narcotráfico, não é senão a realização tardia da opção feita em 1967 pela KGB, quando um dos seus comandantes, o general Aleksandr Sakharovski, definiu o novo rumo a ser seguido pelo comunismo internacional: "No mundo de hoje, quando as armas nucleares tornaram obsoleta a força militar, a nossa principal arma deve ser o terrorismo." Se há indícios eloqüentes de que os EUA já estão preparando o bombardeio do Irã (v. "Bush Budget Plans for Iran Attack") , há provas ainda mais abundantes e convincentes de que algo de muito maior e mais letal vem sendo preparado contra os EUA pela Rússia e pela China. Se os americanos continuam tratando essas duas ditaduras como se fossem suas aliadas confiáveis, isso só se explica pela tirada inesquecível do falecido Nikita Kruschev: "Nós cuspimos na cara deles, e eles acham que é orvalho caindo."


Fonte: http://antenacrista.iblog.com/category/224674/242437/page/5

Créditos Black Spider FL

Protegidos Pelo Silêncio da Mídia I


Os Dominós Estão Caindo


Com extraordinária lucidez, William F. Jasper publicou, na revista “The New American”, da John Birch Society, um artigo dirigido aos inocentes que repetem como papagaio a penúltima pegadinha dos esquerdistas: “O comunismo acabou”! Mentira cabeluda! O comunismo não só não acabou, como está crescendo mais que feijão das águas. Jasper ironiza que “os dominós estão caindo ao sul da fronteira (dos Estados Unidos), porém ninguém está notando”. É a triste verdade.


A América Latina está sofrendo um processo galopante de comunização, enquanto debilóides de todos os naipes continuam a apregoar o falso velório do comunismo. Protegidos pelo silêncio da mídia, Lula, e seu guru Fidel Castro, estão conseguindo, com admirável competência, “recuperar, na América Latina, o que foi perdido no Leste Europeu”, ou seja, organizar mais um eixo do mal contra os Estados Unidos. Inocentemente planejam enfrentar o colosso do norte, como já tentaram Noriega, no Panamá, bin Laden, no Afganistão, Qaddafi, na Líbia, Saddam, no Iraque e, agora, também Kim Jong Il, aquele maluco da Coréia do Norte. Sem falar na União Soviética, que desabou na hora da verdade!


Desde 1959 Fidel tem se dedicado a perpetrar ações contra os Estados Unidos, ao qual nutre um ódio paranóico. Criou dezenas de organizações e “fóruns” para hostilizar os Estados Unidos, além de fomentar atos de subversão e terrorismo em inúmeros países, como Algéria, Egito, Síria (FATAH), Líbia, Iraque, Iêmen do Sul (HLF), Palestina (PLO), Congo, Gana, Quênia, Mali, Nigéria, Tanganica, Zanzibar, Eritréia (ELF), Oman e Etiópia. Fidel enviou tropas para muitos países, onde deixou milhões de minas terrestres, que continuam a aleijar crianças e camponeses. Fidel só parou depois da derrocada da União Soviética, quando perdeu sua mesada de seis milhões de dólares por dia. Em vez de usar este dinheirão para matar a fome dos cubanos, Fidel o empregava para promover guerras e atos de terrorismo. Até o IRA e o ETA estabeleceram bases em Cuba. Em 1966 Fidel realizou em Cuba a CONFERÊNCIA TRICONTINENTAL DOS POVOS AFRICANOS, ASIÁTICOS E LATINOAMERICANOS, uma metástase latina do Comintern, sob a orientação de Boris Ponomarev, chefe do departamento internacional do Kremlin, para promover revoluções e atos de terrorismo. Promoveu subversão, guerrilhas e terrorismo em Guatemala, El Salvador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua, Colômbia (FARC,M/9, ELN), República Dominicana e Brasil. As vítimas se contam aos milhões.

Participaram da Tricontinental o lixo comunista de todo o mundo, com 513 delegados, 64 observadores e 77 convidados. A delegação soviética foi a maior, com 40 delegados. Cuba se transformou no principal centro mundial de treinamento de terroristas, com a ajuda de dez mil “assessores” soviéticos, sob a direção do coronel da KGB, Vadim Kochergine. Até Carlos, o Chacal, “formou-se” em terrorismo em Cuba, onde aprendeu táticas de guerrilhas, como lidar com explosivos, sabotagem, desinformação, manipulação das massas, etc. Consta que o “primeiro ministro” cubano-brasileiro, José Dirceu, também se formou nesta “escola”. Em 1990, Fidel Castro, Lula e outros comunas fundaram o Fórum de São Paulo, que tem se realizado todos os anos, reunindo a escória da humanidade, procurando harmonizar as ações de bandidagem de todo o mundo contra a civilização ocidental, objetivando implantar regimes totalitários, eufemisticamente chamados de “ditadura do proletariado”, como na defunta e fedorenta União Soviética. Cumprindo os objetivos do Fórum de São Paulo, na América Latina continuam a cair os dominós. Três dominós já caíram, ou seja, já estão nas mãos dos comunas. Cuba, Venezuela e Brasil. O psicopata Chávez está comprando armamento e organizando uma milícia pessoal como a dos camisas-preta da SS nazista. Quem não conhece a história está condenado a repeti-la. Desta vez, como farsa. Porém as conseqüências podem ser devastadoras.

Hugo Chávez não esconde sua parceria com o caquético Fidel Castro e, volta e meia, está aos abraços com Lula e outros comunas. Ele comprou cinco bilhões de dólares em armamento, só da Rússia, sem falar em outros países, e importou milhares de agentes da KGB cubana, a DGI, para expurgar todos que possam ameaçar seu poder. Chávez está se armando para quê, perguntou Rumsfeld. Será que pretende enfrentar os Estados Unidos? Como Lula, Chávez prefere visitar países do último mundo, preferencialmente ditaduras, como Cuba. É admirador do psicopata Kim Jong Il, da Coréia do Norte e também do monstro Mao Tsé-tung, assassino de mais de sessenta milhões de chineses. Exibem fortes sintomas de contaminação pelo vírus vermelho outras repúblicas de banana latino-americanas, como a Bolívia, a Argentina, o Equador (?) e o Uruguai. Outros dominós cairão, neste macabro jogo. Um terço da Colombia já está controlada pelos narco-traficantes vermelhos das FARC, que praticam o terrorismo falsamente ideológico há quarenta anos. Não passam de bandidos, como a guerrilha rural brasileira, o MST. Só no Equador houve uma derrota da esquerda... por enquanto! O Congresso defenestrou o comuna Lucio Gutierrez, que tentou implantar uma ditadura, infiltrando seus capangas no Poder Judiciário. Lula, de pronto, ofereceu asilo político e, obviamente, tentará reintegrá-lo no cargo, repetindo a operação de salvação que fez com Chávez. É uma tarefa para Marco Aurélio Garcia, que é do ramo!

Os bandidos se entendem—asinus asinum fricat. Os grupos de esquerda que estão assumindo o poder na América Latina relacionam-se intimamente com narco-traficantes e até com grupos terroristas do Oriente Médio, como o Hezbollh, o Jihad islâmico, o Hamas e o PLO, que estão também presentes na Venezuela e na tríplice fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina. O MST até foi a Palestina prestar solidariedade os terrorista mor Yasser Arafat. No Brasil os comunistas estão cada vez mais enraizados no poder. Na Bolívia, a esquerda conseguiu a renúncia, em 2003, do Presidente Lozada. O fraco presidente Mesa, eternamente ameaçando renunciar, apavorado com as badernas freqüentes da oposição, ao que tudo indica, deverá entregar o bastão ao baderneiro Evo Morales, dirigente cocaleiro e líder do Movimento para o Socialismo (MAS). Até no Chile, que foi salvo de cair nas mãos dos comunas pelo grande estadista Pinochet, foi eleito um presidente socialista, Ricardo Lagos. No Peru assumiu Alejandro Toledo, de fortes tendências canhotas e o Uruguai caiu nas mãos do comuna Tabare Vazques, cuja primeira medida foi reatar relações com a ilha-presídio Cuba.

Os “inocentes úteis”, assim chamados por Lênin, que apregoam o fim do comunismo, embora não se considerem comunas, não perceberam que o comunismo é um vírus pior que o da Aids, em termos de mutações. Ressurgem sempre sob novos nomes, mas, no fundo, é o mesmo vírus vermelho, que tantas desgraças causou ao mundo no século passado. Em escala mundial, a mais conhecida mutação do vírus vermelho é o anti-americanismo, que contaminou até os países muçulmanos, árabes ou não. Por isso, hoje, há pouca ou nenhuma diferença entre “comunista” e “anti-americano”. Ambos são radicalmente contra os Estados Unidos, o país que representa o Iluminismo, sua face política, a democracia, e sua vertente econômica, o capitalismo. PENSAMENTO DO DIA: "Venho a esta comissão como testemunha de um tempo de subversão de valores, no qual, como na sátira de George Orwell, fala-se em liberdade para matá-la, em democracia para destruí-la, em legalidade, para negá-la em sua própria essência. As palavras adquirem sentido oposto ao seu significado, e os homens afetam sentimentos nobres, para justificar, na perplexidade das idéias, a política dos mais baixos instintos." Carlos Lacerda, atual como sempre.



Fonte: http://www.parlata.com.br/artigo.php?id_geral=1678

Créditos Black Spider FL

Intelectuais lançam manifesto em repúdio à Folha de S.Paulo (mídia vendida!)


O abaixo-assinado também presta solidariedade ao jurista Fabio Konder Comparato e à cientista política Maria Victoria Benevides


Manifesto

Repúdio e solidariedade

"Ante a viva lembranca da dura e permanente violência desencadeada pelo regime militar de 1964, os abaixo-assinados manifestam seu mais firme e veemente repúdio a arbitrária e inverídica revisão histórica contida no editorial da Folha de S.Paulo do dia 17 de fevereiro de 2009. Ao denominar ditabranda o regime político vigente no Brasil de 1964 a 1985, a direção editorial do jornal insulta e avilta a memória dos muitos brasileiros e brasileiras que lutaram pela redemocratização do país. Perseguições, prisões iníquas, torturas, assassinatos, suicídios forjados e execuções sumárias foram crimes corriqueiramente praticados pela ditadura militar no período mais longo e sombrio da história política brasileira. O estelionato semântico manifesto pelo neologismo ditabranda e, a rigor, uma fraudulenta revisão histórica forjada por uma minoria que se beneficiou da suspensão das liberdades e direitos democráticos no pós-1964".

Repudiamos, de forma igualmente firme e contundente, a Nota de redação, publicada pelo jornal em 20 de fevereiro (p. 3) em resposta as cartas enviadas a Painel do Leitor pelos professores Maria Victoria de Mesquita Benevides e Fabio Konder Comparato. Sem razões ou argumentos, a Folha de S. Paulo perpetrou ataques ignominiosos, arbitrários e irresponsáveis a atuação desses dois combativos acadêmicos e intelectuais brasileiros. Assim, vimos manifestar-lhes nosso irrestrito apoio e solidariedade ante as insólitas críticas pessoais e políticas contidas na infamante nota da direção editorial do jornal.

Pela luta pertinaz e consequente em defesa dos direitos humanos, Maria Victoria Benevides e Fabio Konder Comparato merecem o reconhecimento e o respeito de todo o povo brasileiro.



Link Origem

Até agora, três mil intelectuais já aderiram ao manifesto.
Para assinar, basta acessar o endereço eletrônico (AQUI)
Um ato público em protesto contra o jornal deve acontecer no próximo dia 7/3, às 10h (AQUI).

O Ricos Talebãs Brasileiros. Veja quem paga a conta do Terrorismo!


Apesar da queda no dinheiro repassado ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) desde 2004, quando mais de 300 ocupações a propriedades privadas foram registradas, nos últimos sete anos, a entidade recebeu mais de R$ 49,4 milhões do governo federal. Ontem, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, condenou o repasse de verba pública para movimentos sociais que invadem terras. O MST realizou invasões de terra neste carnaval em Pernambuco e em São Paulo.

Para Mendes, o financiamento público de movimentos que cometem ilícitos é ilegal e ilegítimo. “No Estado de Direito, todos estão submetidos à lei. Não há soberano. Se alguém pode invadir sem autorização judicial, ele se torna soberano, logo, está num quadro de ilicitude”, afirmou. As declarações de Mendes fundamentam-se no Estatuto de Terra, analisado pelo STF em 2001 que carimbou como ilegal a concessão de dinheiro público para entidades que articulassem invasões de propriedades para tentar a desapropriação.

As instituições do MST que mais receberam dinheiro público, por meio de convênio, foram o Instituto de Tecnologia de Capacitação e Pesquisa da Reforma Agrária (Iterra), a Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), a Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária (Concrab) e a Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara). Outras entidades, aparentemente, também participam do movimento, mas não assumem explicitamente esta condição. Desde 2002, o maior montante de recursos foi destinado a Anca, do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), cerca de R$ 23,8 milhões, o que representa 48% de todo o dinheiro repassado ao movimento por meio de instituições.

Mas no ano passado, a Concrab recebeu 90% dos recursos repassados ao MST, cerca de R$ 1,3 milhão de um total de R$ 1,5 milhão. Em dezembro de 2007, a entidade recebeu R$ 148,3 mil para cobrir os custos do programa “Sistemas Agroecológicos Pastoreio de Gado e Produção Leiteira em Assentamentos da Reforma Agrária”. No mês seguinte, em janeiro do ano passado, foram repassados a entidade mais R$ 148,3 mil também para arcar com as despesas do programa nos assentamentos (veja as notas de empenho de 2007 e 2008).

As instituições ligadas ao MST atuam como receptadoras dos recursos da União porque o Movimento Sem-Terra é um movimento social e não uma pessoa jurídica, condição necessária para o repasse. Apesar de o montante ter caído de 2004 para cá, a média anual de recursos transferidos à Anca, à Concrab, ao Iterra e à Anara passou de R$ 2,1 milhões no segundo governo de Fernando Henrique para R$ 7,5 milhões no primeiro ano da gestão petista (veja tabela).

De acordo com José Batista de Oliveira, da coordenação nacional do MST, os convênios firmados entre o governo e entidades da reforma agrária beneficiam milhares de trabalhadores sem-terra de diversos movimentos e sindicatos. Os recursos são aplicados em projetos de educação rural, construção de moradias, eletrificação, saúde, cultura, produção e comercialização agrícola. “As parcerias são legítimas e garantem que sejam cumpridos os direitos sociais previstos na Constituição Federal”, diz o representante do movimento.

O especialista em economia agrária Jorge Madeira Nogueira, diretor do Centro Integrado de Ordenamento Territorial, explica que a correlação positiva entre repasses e aumento no número de invasões tem sustentação na lógica de uma economia política de relacionamento entre grupos de pressão e o aparelho estatal. “O MST não é o primeiro, nem o último grupo de pressão que usa sua capacidade de mobilização para colocar o governo contra a parede e, assim, obter vantagens, pecuniárias ou políticas. Isso não é novidade no aparelho estatal brasileiro”, diz.


Amanda Costa
Do Contas Abertas

Créditos Blog ByMel

Crise no TJ de RS. O caso Simone Nejar


A CIVILIZAÇÃO DE TEFLON
por Ralph J. Hofmann
Quando Ronald Reagan era presidente dos Estados Unidos ganhou a alcunha de “Presidente de Teflon”.

Isto se referia ao fato de que se jogava sujeira no rosto de Reagan, mas a sujeira nunca o manchava. Tinha uma grande integridade e tamanho patriotismo, sem falar de sua inquebrantável vontade de servir ao seu país que mesmo não sendo preferência unânime a sua imagem superava aos ataques. Findos seus 8 anos retirou-se com dignidades. Anunciou seu Alzheimer e foi para casa morrer em paz.

Que imagem para um ex.! O patriarca de seu país por muitos anos sumindo com dignidade. O Cowboy que fora tantas vezes no cinema sumindo rumo ao crepúsculo.

Se tivermos de procurar encontraremos em muitos lugares pessoas assim, jornalistas, lentes de universidade, juízes, promotores, chefes de repartição pública, inventores e cientistas que só são lembrados no seu próprio círculo de especialização, pessoas que trataram de denunciar injustiças.

Infelizmente no Brasil temos uma civilização de teflon também. Revestem-se com teflon as instituições, que protegidas por este revestimento antiaderente fazem as maiores impropriedades, aplicam em benefício próprio medidas ilegais, criminosas até e não sofrem sanções, ou por estar em posição de poderem se locupletar com os que deviam julgá-los ou sumariamente afastá-los. Ficam de posse do controle dos instrumentos que seriam acionados para responsabilizá-los.

Um caso pertinente é o que tem ocorrido no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Repassando para os que não tenham lido a respeito, Simone Janson Nejar, ha mais de dez anos funcionária concursada no mais alto nível de funcionários da instituição, advogada, colocada em primeiro lugar no exame da OAB-RS no ano que fez o exame, representante do sindicato no seu departamento, cansada de ver cargos que poderiam ser ocupados de funcionários concursados da casa ser dirigidos a pessoas nomeadas em CC fez por curiosidade um levantamento do nepotismo no TJRS.

Ficou estarrecida assim que começou a desvendar o novelo de relacionamentos, descobriu ligações fraternas entre o Presidente do TJRS, Armíno José Abreu Lima da Rosa e empresas contratadas para executar serviços e denunciou formalmente estes desmandos, documentando-os copiosamente.

As autoridades encarregadas de investigar receberam as denuncias com toda a seriedade e processo de investigação, lamentavelmente moroso, segue seu curso. Não há dispositivos no Brasil que afastem as pessoas envolvidas pela denúncia de seus cargos, por via das dúvidas. Os prazos são prolongados para respostas dos acusados. Então Simone Janson Nejar passou a viver cotidianamente na cova do leão que denunciara.

O Presidente Armínio, num país onde a lei se tornou referencial para estudantes de direito, mas apenas aplicável para o público em geral, deveria ter se mantido absolutamente frio. É um magistrado. Devia ter a frieza de um magistrado. Defender-se contra acusações se houvesse condição para tanto, apresentar suas justificativas, mas sofrer em silêncio como nós do público pagamos seu salário apenas com um gemido ocasional ante a pesada canga dos impostos sobre nossas costas.

Mas o respeito devido a um magistrado, o que faz com que um magistrado em monarquias seja um nobre menor, nas democracias seja um honorável magistrado, no Brasil seja um ilustríssimo senhor, tem, não raro, o pendor de fazer com que os mesmos se mirem em espelhos e vejam semideuses.

Em função das denúncias, capeadas por documentos, coligidas dentro da lei por advogada que prestou juramento, portando sendo triplamente obrigada a efetuar denúncia de maus atos que perceba pelo fato de, na qualidade de advogada ser membro da estrutura legal do país, ao ser concursada dever tal zelo pelo fato de ser membro permanente do sistema, e finalmente por ter cargo sindical dever lealdade aos seus pares como um todo, passa a ser tratada como se tivesse obrigação de subalterna de ocultar o que sabia

Simone Janson Nejar foi suspensa por sessenta dias e a seguir demitida.

Não entrarei aqui no significado da perda de sua renda mensal a uma mãe de família. Vou me estender sobre a ilegalidade dos atos cometidos pelo Presidente Armínio quer tenha ordenado ou autorizado estes atos passíveis de processo criminal

Em primeiro lugar aplica-se pressão psicológica contra uma pessoa que denuncia um crime e que será em data futura testemunha. Esta pressão é vedada na Carta Máter do Brasil.

Em segundo lugar infringe-se a indenidade do emprego de pessoa com cargo em sindicato, por muito que o sindicato posteriormente tenha se omitido de defendê-la, mas sabemos da incoerência dos sindicatos no Brasil..

Finalmente despede-se uma funcionária concursada com base em inquéritos internos em que os depoimentos a favor de Simone Janson Nejar, existentes e com cópias disponíveis tivessem sido confrontados com o testemunho de pessoas relacionadas na lista de pessoas beneficiadas pelo nepotismo.

Tal ato de despedir configura uma ilegalidade , um crime, cometido pelo Presidente do TJRS, independente dos crimes de que seria ou não inocente de ter cometido mantendo redes de nepotismo em seus domínios.

Para começar é três vezes ilegal e a isso pode-se adicionar uma acusação de não ser meramente um ato administrativamente falho, como de abuso de poder, de malversação de fundos no que tange dar origem a processos futuros de compensação contra o estado numa situação criada pelo juiz e que este, na condição de advogado formado, não pode ignorar. Portanto o juiz usou e abusou da sua autoridade para criar um fato que um dia onerará o contribuinte, simplesmente para escapar a uma situação desagradável.

Muitas outras coisas têm ocorrido subseqüentemente. Não se pode exatamente vinculá-las ao juiz, mas sempre ha os sicofantas, os que desejam fazer o que agrada ao patrão. Lembremos a morte de Thomas à Becket –Arcebispo de Cantuária que condenava certos atos de Henrique II.. Henrique exclama: - Quem me livrará deste clérigo incômodo! – E dois cavalheiros da corte se retiram, encontram Becket orando e o assassinam.

Simon tem sido seguida na rua, por dias pelas mesmas pessoas, recebe telefonemas insultuosos no seu telefone fixo, seu número de celular, confidencial, tem recebido chamadas estranhas e após combinar por telefone um encontro para um cafézinho num certo lugar ao chegar lá tem encontrado refestelado um elemento da segurança da presidência do TJRS.

Admito que possa ser coincidência. Mas lembramos que não é porque a pessoa é paranóica que ela não possa realmente estar sendo perseguida. E no caso da Simone os motivos e os indícios indicam uma campanha sistemática.

Do outro lado da cidade a vida entre os CC do TJRS continua igual.




Simone Nejar - videversus

UNOAMÉRICA - O Foro de São Paulo!

The Foro de São Paulo
A Threat to Freedom in Latin America



Alejandro Peña-Esclusa


"To the people of the Americas in apology
for all the harm Hugo Chávez has done. Dedication"

Contents:

Prologue

Introduction

1. What is the São Paulo Forum?........................................................ 13


2. Expansion of the São Paulo Forum................................................... 19

3. Methods Used to Seize Power......................................................... 23

4. Demolishing Democracy from Within............................................... 27


5. Destroying Iberian America’s Identity................................................ 31


6. Replacing Multilateral Organizations.................................................. 35


7. The São Paulo Forum and Transverse Empires................................... 39


8. Lula: The Power Behind the Throne.................................................. 43


9. Free America and the Purloined Letter.............................................. 47


10. The Revolution is a Farce.............................................................. 51


11. An Attempt to Prevent Tragedy...................................................... 55


12. Why is Chávez Still in Power?........................................................ 59


13. What Can We Expect of the São Paulo Forum?................................. 63


14. It is Urgent to Create a Counterpart to the Sao Paulo Forum.............. 67

Conclusion: Crisis as an Opportunity.................................................... 71

Appendix Request to Prosecute Hugo Chávez for Treason (July 2000)........ 73

There is a Plot to Overthrow President Uribe (January 2005).................... 79

An Open Letter to the Ecuadoran People (October 2006)........................ 81

Other Works by the Author................................................................. 83




CLICK AQUI para baixar em PDF


Alejandro Peña Esclusa

UNOAMÉRICA


CRÉDITOS : CAVALEIRO DO TEMPLO

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Este BLOG foi novamente premiado! Prêmio Apache. Entre e confira mais 8 agraciados!


Concedido no dia de hoje por Carl Clausewitz.



"O Blog Patria Judia sente-se honrado em outorgar o Prêmio "APACHE" 2009 a blogs e sites que em nosso entender encontram-se em lutam contra o terrorismo em geral, e o terror árabe, em particular, durante o ano em curso. Muito obrigado a todos os premiados por defenderem os valores da democracia e da paz contra o câncer do terrorismo que nos assola na atualidade. As condições para aceitá-los são as seguintes:

- Publicar a foto do prêmio;

- Enlaçar o site ou blog que o outorga (opcional);

- Eleger ao menos oito sites na rede que ao seu entender são merecedores do prêmio."


Agradeço ao amigo Bajur Tov, do Blog Pátria Judia, pelas repetidas demonstrações de consideração e fico feliz em merecer a distinção... farei a entrega a oito blogs e três sites que demonstram uma posição bem coerente em relação ao tema terrorismo, portanto focando a dinâmica da luta contra as aberrações promovidas não só pela jihad islâmica, mas também pelos grupos terroristas espalhados pelo mundo inteiro, aqui em nosso continente fartamente exemplificados pelas FARC, Sendero Luminoso, ELN, MST, etc... meus indicados, aos quais envio minha consideração e gratidão pela coerência e amizade sempre demonstradas, são os seguintes:



por Carl Clausewitz


Carl : Mais uma vez agradeço imensamente a indicação!

Aí vão as novas indicações!


1- Blog ByMel

2- Blog Fora Lula

3- Blog Resistência e Liberdade

4- Blog A Língua

5- Blog REAJA BRASIL

6- Blog Resistência Militar

7- Site Movimento Endireitar.org