terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A crise militar e a verdade


Reproduzo abaixo o artigo de Jair Bolsonaro publicado hoje no jornal O DIA, sobre a diferença de tratamento dada, hoje, entre os crimes da esquerda e os crimes dos militares durante a ditadura:

“O presidente Lula faz malabarismo para acomodar todos pelo que chama de governabilidade. Mas, afeto a metáforas futebolísticas, agora leva bola nas costas de seus ministros Vanucchi e Tarso Genro, ao querer rever pela ótica dos derrotados apenas a meia história de 1964 a 1985.

Quando José Dirceu, foi destituído da Casa Civil, na despedida, ao dirigir-se a Dilma Rousseff saudou-a como “compaheira em armas”. Mas seus crimes não estariam na pauta da dita Comissão da Merdade, apenas os equívocos da direita.

Por que não abrir os arquivos de partidos políticos, que, apesar de pessoas jurídicas de direito privado, também são de interesse público? Os arquivos do PC do B interessam aos militares, à verdade e ao Brasil. Teriam eles sidos queimados? Se foram, com que moral acusam militares de terem queimados os seus?

Em 1966, Oswaldão, regressando do exterior onde fez curso de guerrilha, comprou posse de extensa área no pé de Serra das Andorinhas, rica em ouro. Este fato desmente que o PC do B foi para o Araguaia fugindo da repressão, colocando também por terra o declarado por Elza Monerat, em arquivos do STM, sobre a Guerrilha do Araguaia.

O PC do B, a exemplo das Farc que subsistem graças ao tráfico de cocaína, seria bancado pelo ouro vendido a países comunistas que financiavam a luta armada.

Nota-se, não por acaso, que os autores do projeto da Comissão são os mesmos que defendem o terrorista italiano Cesare Battisti, no passado lutaram pela liberdade dos sequestradores de Abílio Diniz e tudo fizeram para que o sequestro, tortura e execução do prefeito Celso Daniel não fosse esclarecido. Quem tem medo da verdade? Os militares ou a esquerda?”



INSTITUTO MILLENIUM

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