segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A Máquina de Fabricar Catástrofes do Estados Unidos


Diga-me os sentimentos que mobilizas e as pessoas que juntas e te direi quem és… Existe um troço chamado Blog da Dilma Presidente. Quase ninguém visita, e sugiro que vocês não cedam à curiosidade, embora eu reconheça que todo mundo tem a tentação de saber como era aquele ser ancestral que acabou dando em gente e em macaco.

A turma é de uma estupidez lapidar. A candidata faz de conta que não tem nada com aquele troço, mas tem. É o seu blog. Aquela gente bacana, educada, requintada, lida, culta está a seu serviço. Bem, vocês devem imaginar quais são os inimigos dos primitivos, não?

Pois não é que a turma da Dilma resolveu dar curso à psicopatia que sustenta que o terremoto do Haiti foi provocado pelos EUA? Isso mesmo: o país disporia, como disse Hugo Chávez (o primeiro a investir na tese), de uma máquina de provocar catástrofes. Ela faria parte do projeto Haarp (High Frequency Active Auroral Research Program), investigação financiada pela Força Aérea, pela Marinha e pela Universidade do Alaska para “entender, simular e controlar os processos ionosféricos que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância”.

É a fase senil do antiamericanismo. Digamos que uma máquina assim realmente existisse. A turma da Dilma teria de explicar por que os EUA não provocaram um tremorzinho numa área desabitada qualquer do planeta. Por que logo na Haiti? Vai ver é porque, como disse aquele americano vigarista que escreveu artigo num jornal brasileiro, os “estadunidenses” (como escreve certa esquerda) estavam com medo da democracia haitiana, né? Ou, então, temia a crescente importância do Brasil… no Haiti!!!

As mesmas pessoas que afirmam essas coisas se organizam em conferências disso e daquilo para censurar a imprensa. Se você acha que Apedeutakoba Lulovsky mobiliza, vamos dizer, sentimentos primitivos, é porque ainda não considerou os despertados por Dilmova URSSoeff.



Reinaldo Azevedo

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