quarta-feira, 2 de junho de 2010

PALESTINA: Vão morrer mais “pacifistas”?

Via Blog DOIS EM CENA



Não há inocentes nessa história sangrenta. Claro que ninguém vai apoiar o exército judeu atirando contra civis desarmados. Mas quem disse que eram civis desarmados? Não se pode deixar de ver, a questão como um fato político com outras variantes. Os terroristas do Hamas, financiados pelo Ahmadinejad, usaram ativista de boa vontade, transformados em “pacifistas” momentâneos, como bucha de canhão, para jogar a opinião pública do planeta contra Israel e os EUA. Israel torna-se vilão ao cair na esparrela e o idiota do Obama está mais perdido que ativista no meio do tiroteio.

Toinho de Passira
Fontes: Estadão, Publico PT, Irish Times, Zero Hora

As noticias que se tem é que ativistas pró-palestinos enviaram outros navio para desafiar o bloqueio israelense à Faixa de Gaza nesta terça-feira e o Egito declarou que estava temporariamente abrindo uma passagem na fronteira com o território palestino após o ataque contra a flotilha com ajuda humanitária que terminou com a morte de nove ativistas.

A Turquia que lidera cinicamente as críticas chamando o ataque israelense de "massacre sangrento" e exigindo que Washington condene a ação, é cooresponsavel pelo ocorrido por ter apoiado o embarque dos ativistas, que com um navio de passageiros invadiram uma área conflagrada.

A diplomacia americana reagiu cautelosamente, pedindo a revelação de todos os fatos, condenando Israel pela metade, defendendo os judeus pela metade, no estilo típico da diplomacia vacilante de Barack Obama.

O material que os “pacifistas” utilizaram para recepcionar os soldados de Israel

Israel assegurou hoje, perante o Conselho de Segurança da ONU, através do embaixador adjunto, Daniel Carmonque, que os navios com ajuda humanitária buscavam romper o bloqueio a Gaza e que os ativistas a bordo atacaram os soldados, que responderam em legítima defesa.

O diplomata israelense mencionou várias vezes declarações publicadas na imprensa dos organizadores da operação, como as de Greta Berlin (ativistas pró-palestinos) que afirmava que o objetivo “era não só levar ajuda humanitária, mas também romper o bloqueio”.

Além disso, qualificou a organização turca IHH de ser um grupo de radicais antiocidentais que apóiam o Hamas e que têm, entre eles, elementos jihadistas próximos à Al Qaeda.

O bloqueio começou há três anos, quando Israel descobriu que "missões humanitárias" levavam a grupos radicais e a terroristas palestinos, junto com mantimentos, armas, munições e explosivos utilizados em atentados.

Milhares de moradores da Faixa de Gaza correram hoje para a fronteira com o Egito, esperando aproveitar uma inesperada oportunidade de sair do território bloqueado, enquanto uma milícia palestina no norte de Gaza denunciou um ataque aéreo israelense no qual morreram três de seus membros.

Ativistas prometeram enviar mais dois barcos para desafiar o bloqueio israelense na Faixa de Gaza. "Esta iniciativa não vai parar", disse Greta Berlin, do Movimento Gaza Livre, falando do Chipre, em segurança, na sede do grupo.

Greta Berlin ressaltou que o Movimento Gaza Livre, que organizou a flotilha, não será detido e que outro navio de carga estava na costa da Itália a caminho de Gaza. Um segundo navio carregando mais de 30 passageiros deve se juntar ao primeiro navio, disse Berlin. Ela disse que os dois navios devem chegar à região no final desta semana ou no início da próxima semana.

“Esta iniciativa não vai parar”, garantiu Berlin a partir da sede da organização, no Chipre.

O Rachel Corrie foi comprada pelo organização irlandesa “Perdana Global Peace”, que se opõe ao bloqueio, para participar nesta iniciativa. O barco tem o nome de uma jovem ativista norte-americana morta há sete anos em Gaza por escavadora militar israelita. A embarcação transporta alimentos, papel, medicamentos e outros produtos de primeira necessidade. A bordo seguem onze ativistas incluindo o Premio Nobel da Paz Mairead Maguire, 66, e o ex-secretário-geral adjunto da ONU Denis Halliday.

Ansioso para evitar uma repetição do incidente de segunda-feira, Graham disse que aqueles a bordo estão tomando precauções em antecipação de uma intervenção por parte das forças israelenses.

Um alto oficial da Marinha israelense disse ao Jerusalem Post na terça-feira que Israel usará ainda mais força para enfrentar os navios restantes no seu caminho para Gaza.

"Nós embarcamos no navio e fomos atacados como se fosse uma guerra", disse o oficial. "Isso significa que teremos que vir preparado, no futuro, que é uma guerra."

O Exército israelense recusou-se a dizer como vai responder à chegada de mais navios com direção a Gaza. Mas o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Yigal Palmor, disse que "não há mudança na nossa política" e pediu aos ativistas que enviem a ajuda humanitária a Gaza pelos meios autorizados.

Veja o vídeo, exaustivamente divulgado, do ataque sofrido pelos soldados israelitas quando desembarcaram no navio dos “pacifistas”. Estes ataques aos soldados foram executados por terroristas treinados, que em seguida fogem para um local seguro.

Normalmente outras pessoas, inocentes úteis, que estão na área, acabam recebendo o revide e é nisso que consiste politicamente a operação: fazer inocentes morrerem para mobilizar a opinião pública.





The Passira News

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