terça-feira, 1 de junho de 2010

A Verdade sobre o conflito entre a Marinha israelense e os "pacifistas" da Flotilha


do blog DOIS EM CENA



É incrível como a mídia internacional e principalmente a mídia brasileira está deturpando as notícias e omitindo fatos além de, o que é mais grave, estar divulgando informações falsas.

Este comboio "pacifista com fins humanitários" apesar de não ter sido notícia aqui no Brasil até agora, já tem sido foco de noticiários e discussões acaloradas pelo mundo afora há bastante tempo.
Os "pacifistas" são na maioria ativistas conhecidos com ligações com Al Queda e Hamas. Quase todos militantes turcos.
Israel vem alertando a mais de um mês que não permitirá que o bloqueio seja furado e os "pacifistas" vêm dando entrevistas e fazendo declarações que vão resistir e desobedecer ao governo Israelense.
O bloqueio, ninguém fala nisso, não é só da parte de Israel; o Egito também efetua este mesmo bloqueio.
É incrível como a mídia mente descaradamente.
1.O bloqueio é legal, reconhecido pelas leis internacionais. E a abordagem fora dos limites das águas territoriais também é legal e não infringe nenhuma lei ou acordo internacional.
O bloqueio e abordagem são legal mesmo em águas internacionais se não impedir o acesso a um país neutro o que não é o caso.
2.Israel e os palestinos de Gaza sob o governo do grupo terrorista Hammas estão em estado de conflito armado e o sul de Israel é constantemente bombardeado pelo Hammas com armas que chegam muitas vezes por via marítima.
3.Pelas leis navais é permitido abordar, impedir e até mesmo atacar uma embarcação que tente furar o bloqueio. E mais, uma embarcação que sai do porto de origem com intenção de furar o bloqueio já é considerada uma embarcação hostil com fins bélicos.
4.Israel avisou várias vezes que não permitiria que o bloqueio fosse rompido e tentou negociar de todas as maneiras. Se o comboio era pacífico com fins humanitários, porque não aceitaram desembarcar no porto de Ashdod e seguir via terrestre para a Gaza? Israel permitiu e até cooperaria com a "ajuda humanitária". Era só os navios atracarem em Ashdod e em meia hora estariam em Gaza. Mas não, os "pacifistas" tinham a intenção, e não esconderam isso, de criar o confronto.
5.A mídia aqui não mostra, mas há varias gravações mostrando os soldados israelenses sendo praticamente linchados quando abordaram as embarcações. Um soldado foi jogado ao mar, vários foram espancados e um soldado teve sua arma roubada por um dos "pacifistas".
Mas as mais contundentes são as imagens. Contra as imagens não existem argumentos e mentiras que se sustenham.




Soldados Israelenses São Atacados Com Extrema Violência Por Pacifistas que Levavam Ajuda ao Hamas


Marinha de Israel adverte Comboio de Barcos com destino à Gaza 31/5/2010



Novas Imagens Dos "Pacifistas" Atacando Violentamente Soldados Israelenses




Esse vídeo é pra calar a boca dos otários que apoiam os ditos "pacifistas" que estavam levando ajuda humanitária para os coitadinhos dos palestinos. as imagens são bem esclarecedoras de que eles não tem nada de pacifista as pessoas que estão nestes barcos estão apenas sendo usadas para os fins políticos e midiáticos do hamas.
Israel ataca navios que tentavam furar bloqueio à Faixa de Gaza 31/5/2010



A confusão começou quando a Marinha israelense avisou que não havia autorização para os seis navios entrarem no território. Quando os soldados israelenses chegaram aos navios foram atacados por supostos "pacifistas" da causa palestina com extrema violência, um dos ativistas chegou a tomar um fuzil de um soldado israelense e começado a atirar e só parou quando acabou as munições.
What really happened on the "Flotilla" ship?



This is how turkish "peace activists" acting like...
Let the truth come out about Israel's Defensive Actions Against The Flotilla!
Close-Up Footage of Mavi Marmara Passengers Attacking IDF Soldiers (With Sound)



Video taken by IDF naval boat shows the passengers of the Mavi Marmara, one of the ships in the 'Free Gaza' Flotilla, violently attacking IDF soldiers who were trying to board the ship after having sent repeated requests for the boat to change course.
Large groups of passengers surrounded soldiers and beat them with metal poles and chairs, and threw one soldier over the side of the ship. Some passengers grabbed pistols from the IDF soldiers and opened fire. As a result of the attacks, seven IDF soldiers were injured, and nine of the passengers were killed.
The 'Free Gaza' Flotilla had publicly insisted on their non-violent intentions, however their violent attack on the IDF soldiers was clearly premeditated. They had knives, metal rods, firebombs and other items ready to use.
Visão mundial ao ataque de Israel a navios de ajuda humanitária a Gaza.



Israel ataca navios que tentavam furar bloqueio à Faixa de Gaza
Mais de 10 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas.
O comboio tentava levar suprimentos para a Faixa de Gaza. A confusão começou quando a Marinha israelense avisou que não havia autorização para os seis navios entrarem no território.
O Brasil condenou, por meio de nota divulgada pelo Itamaraty nesta segunda-feira (31), o ataque israelense aos barcos que levavam ajuda humanitária à Palestina. "O Brasil condena, em termos veementes, a ação israelense, uma vez que não há justificativa para intervenção militar em comboio pacífico, de caráter estritamente humanitário", diz a nota, que fala na "morte de mais de uma dezena de pessoas".



Para ver todos os vídeos disponíveis (Assista antes de emitir opnião): CLICK AQUI



Leia mais este texto, se não estiver convencido:


Este é um texto mais sobre jornalismo, ideologia e escolhas editoriais do que sobre Israel. Acompanhem.
*
Os grandes jornais passam por uma grande reformulação. Todos decidiram colar na Internet. Excelente! Renderam-se à realidade. Mas não basta uma adesão formal. É preciso um pouco mais. Se não tiverem A CORAGEM DA REAL PLURALIDADE, de nada vai adiantar. Vão continuar a repetir online os erros que já cometem em letra impressa — entre eles o de reproduzir uma nova voz única: os supostos consensos globais.

Ainda querem saber para que servem os blogs? Os blogs de verdade, não os arremedos que estão surgindo e que nada mais são, na maioria das vezes, do que subprodutos do que vai em letra impressa? Então conto pra vocês.

Procurei hoje o nome de Bülent Yildirim nos jornais brasileiros. Não achei. Ou melhor: ele aparece em um texto — já digo em qual. Yildirim é o chefão da ONG turca IHH, ligada, no presente, ao Hamas e, tudo indica, no passado, aos jihadistas, incluindo a Al Qaeda. É a entidade que realmente organizou a tal flotilha. A ONG Free Gaza, da falastrona Greta Berlin, é só uma entidade que lava, com nome em inglês, a outra entidade de fachada do Hamas.

Quem noticiou isso ontem? Um blog. O meu. Está num post AH, ESSES HUMANISTAS!!! OU: QUERO LIDERAR UMA EXPEDIÇÃO HUMANITÁRIA AO IRÃ , publicado às 13h59. É um fato, não um chute. É uma realidade, não uma escolha ideológica. Pode-se ter sobre o bloqueio à Faixa de Gaza a opinião que se tiver. Eu, por exemplo, acho que ele faz sentido. Há quem não ache. Pode-se divergir a respeito. Mas não dá para ignorar o que é fato sobre a tal flotilha: uma armação do Hamas. Republico a foto de uma das muitas vezes em que Yildirim (à esquerda) se encontrou com Ismail Haniya, um dos terroristas que tiranizam os palestinos em Gaza.

yildirim

Onde é que Yildirim aparece nos jornais brasileiros? Num texto de Giora Becher, embaixador de Israel no Brasil. Curiosamente, ou nem tanto, seu artigo aparece sob a rubrica: “Análise/Outro Lado”. “Outro Lado” de quê? Na sua busca obsessiva pelo “equilíbrio”, a Folha revelava “o lado”, certo? E o lado do noticiário da Folha e de todo mundo era, naturalmente, anti-Israel. E é no “outro lado”, então, que escreve o embaixador:
“Durante a madrugada de 31 de maio, soldados da marinha israelense embarcaram em uma frota de seis navios que tentavam violar o bloqueio marítimo em Gaza. Militantes a bordo do Marmara Mavi atacaram os soldados com armamentos como pistolas, facas e paus, ferindo-os e deixando dois soldados em estado grave e três em estado moderado.
Os navios que reagiram de forma pacífica à operação foram escoltados ilesos, como acontecera anteriormente com navios que tentaram violar o bloqueio marítimo.
O ataque contra os soldados israelenses foi premeditado. As armas utilizadas foram preparadas com antecedência. Huwaida Arraf, um dos organizadores da flotilha, afirmou com antecedência ao evento: “Os israelenses vão ter que usar a força para nos parar”.
Bulent Yildirim, o líder do IHH (Fundo de Ajuda Humanitária) e um dos principais organizadores da frota, disse pouco antes do embarque: “Vamos resistir, e a resistência irá vencer”.

Os militantes incitaram a multidão embarcada gritando “intifada!”, relembrando a revolta dos palestinos na Cisjordânia e na faixa de Gaza em protesto à ocupação israelense entre 1987-1993 e novamente no ano 2000.
É preciso ressaltar que o grupo organizador das embarcações tem orientação antiocidental e radical. Juntamente com as suas legítimas atividades humanitárias, apoia redes islâmicas radicais como o Hamas e elementos da jihad global, como a Al Qaeda.
(…)
Os organizadores da frota deixaram claro que seu alvo principal era o bloqueio marítimo. Greta Berlin, porta-voz da frota, disse à agência de notícias AFT, em 27 de maio, que “esta missão não é sobre a entrega de suprimentos humanitários, mas [sobre] quebrar o cerco de Israel”.
(…)
Se, por um lado, os organizadores afirmam ter preocupação humanitária com os moradores de Gaza, por outro eles não têm preocupações semelhantes com o destino do soldado israelense sequestrado Gilad Shalit e se recusaram a fazer uma chamada pública para permitir que ele fosse visitado pela Cruz Vermelha em Gaza. Aqui

Outro lado?
Outro lado??? “Outro lado”, no jornalismo brasileiro, acabou se transformando, na prática, em “desculpa de culpado”. Quase vale por um: “Você é um tranqueira, mas tem o direito de dizer suas últimas palavras”. É uma espécie de “últimas palavras” antes da execução. Tomei o exemplo da Folha porque o embaixador escreveu lá. Mas vale para todos os jornais — é até pior onde ele não escreve, é óbvio.

Pergunta - Yidirim participou da organização da flotilha ou não?
Resposta - Sim.
Pergunta - Ele é um dos chefões da operação ou não?
Resposta - Sim.
Pergunta - Ele é ligado ao Hamas ou não?
Resposta - Sim.
Pergunta - Os solados foram ou não atacados?
Resposta - Sim.
Pergunta - Houve insistentes pedidos para a mudança de destino da flotilha ou não?
Resposta - Sim.

Se é assim, cadê essas informações na nossa imprensa — e, em certa medida, na imprensa mundial? Duvido que o jornalismo dos países islâmicos tenha feito algo muito diferente do que fez o nosso.

“Ah, mas o bloqueio a Gaza é injusto!” Ah, é? Então vamos discutir essa questão, em vez de negar as evidências do que se deu em alto mar.

Só para encerrar
Na Folha, o embaixador escreveu a “Análise/Outro Lado”. E há também uma “Análise/Lado”, de Clóvis Rossi. Está lá:
“Em choques entre duas vontades de ferro, a maioria das vítimas será, sempre, do lado mais fraco.
É o que acontece na guerra permanente entre o Hamas e Israel: cada lado se mantém absolutamente inamovível em suas posições que, reduzidas a termo, significam aniquilar o outro. É óbvio que não pode haver acordo.
É igualmente óbvio que o lado mais fraco, o Hamas, aporta a maioria das vítimas, como ocorreu ontem no caso do ataque de Israel à chamada frota da paz.
Como aconteceu na invasão da faixa de Gaza, há um ano e meio.
No caso de ontem, os mortos e os feridos não eram propriamente do Hamas, mas militantes de ONGs simpáticas ao movimento palestino.”

Há aí, ao menos, a honestidade intelectual de reconhecer que se tratava de um bando (”bando”, digo eu) de simpatizantes do Hamas. Só tenho uma pequena correção a fazer, de grande importância na história recente do Oriente Médio. Nem sempre o mais forte vence (!?). Em 1967 e em 1973, Israel era inequivocamente mais fraco. Atacado nos dois casos, venceu. Por que venceu?

Como Israel queria a paz, estava preparado para a guerra. Como o outro lado só queria a guerra, nunca se preparou para a paz.



Reinaldo Azevedo

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