segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Defensoria recomenda que Enem seja anulado. O bom senso recomenda que o ministro reincidente seja demitido.


A Defensoria Pública da União (DPU) revelou nesta segunda-feira que vai recomendar ao Ministério da Educação (MEC) que anule o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado no último final de semana. A prova deste ano foi marcada por dois erros graves: um nos cartões de resposta e outro em parte dos cadernos de perguntas.Se o MEC não acatar sua sugestão, a Defensoria Pública informou que vai ajuizar uma ação civil pública em nome dos alunos prejudicados pedindo a anulação das provas. Os problemas causaram confusões e reclamações de muitos estudantes, que afirmam não ter recebido orientações sobre as falhas nos locais de prova. A primeira confusão aconteceu porque, para evitar cola, o Enem tem quatro versões de prova: amarelo, azul, rosa e branco. As questões são as mesmas, o que varia é a ordem. Em milhares de casos, por um erro no encarte, folhas do caderno de prova amarelo estavam misturadas com folhas da prova branca. Embora o número das 90 questões no caderno de prova e no cartão coincidissem, havia discrepância no cabeçalho do gabarito. As 45 questões de ciências humanas estavam sob a tarja ciências da natureza e vice-versa, o que causou dúvidas. A DPU disponibilizou um endereço de e-mail para o qual os alunos que se sentirem prejudicados pelas falhas do MEC podem divulgar nome, local da prova, falhas encontradas e orientação do fiscal quando o erro foi relatado. Essas informações servirão de base para a Defensoria, caso resolva, de fato, mover a ação coletiva.

(Charge de Zé Dassilva, publicada no Diário Catarinense)


CORONEL

Um comentário:

Blog do Ferra Mula disse...

O Lula não saiu e a Dilma ainda não entrou, mas a esculhambação continua e irá perdurar por mais 4 ou quem sabe 8 anos.

Em São Paulo é realizado o maior vestibular do Brasil, e não se vê uma reclamação sequer.

O aluno que é bom não precisa dessa m . . . nem de cotas para ingressar na Universidade.

O problema do ensino está no primário, é ali o ponto nevralgico.Conserta-se lá que o resto é lucro e de bons resultados.

No meu tempo fazíamos um preparatório chamado Exame de Admissão para entrar no ginasial.

Depois do ginasial vinha o científico, daí fazia-se o vestibular sem esse pandemônio todo.
As provas eram escritas, não de alternativas.

Por isso tinhamos bons médicos, bons advogados, bons juizes, bons professores, enfim, bons profissionais.

Uma abraço
Airton.