quinta-feira, 2 de junho de 2011

Trabalhem meus amigos: Temos mais bolsas que pesarão em nosso bolso!


Assistimos hoje a deprimente tentativa da Presidente Dilma de virar Lula, o que decididamente não é algo bom para o país, com a criação do programa "Brasil sem Miséria".

Analisando o "Bolsa-Miséria", vemos primeiramente um fortalecimento do Bolsa-Família, já pormenorizadamente analisado no artigo "A mão invisível do Estado que tira e a visível que dá", que pode ser vista aqui: http://www.pliber.org.br/Artigos/Details/21

O Bolsa-Miséria continua a ser a mesma fraude do Bolsa-Família: é pago com impostos indiretos que os pobres não percebem que pagam, pois estão embutidos nos preços dos produtos e serviços que consomem, mas o seu pagamento, proveniente do próprio pobre, é claramente percebido, através de um cartãozinho governamental. Além disso, a Bolsa-Miséria estimula a gravidez irresponsável de mais pessoas que não tem condições econômicas de terem filhos, com a ampliação de 3 para 5 filhos recebedores de bolsa-família.

Antes que alguém levante tese absurda, ninguém aqui defende que pobres não possam ter filhos, o que defendemos é que os pobres sejam responsáveis pelos próprios filhos, e não o que ocorre hoje, onde toda a sociedade arca pela irresponsabilidade de alguns.

O Bolsa-Miséria acaba por redistribuir pobreza, e não riqueza, para todos.

Já o Bolsa-Verde garante 300 reais por trimestre para que o agricultor deixe de plantar e preserve a mata natural, reduzindo a produção no campo, estimulando a pobreza coletiva e o parasitismo, juntamente com um "Programa de Aquisição de Alimentos". Com isso, mantém pessoas que não tem condição material de serem plantadores autônomos no campo, reduz a mão-de-obra disponível para as grandes empresas rurais, diminui a produtividade do campo e aumenta o preços dos alimentos na cidade. Cria, ainda, um sistema de abastecimento alimentar para pessoas que deveriam produzir alimentos.

Por fim, promete criar sistemas de água e de energia para pessoas que não conseguem produzir nem o que comer. Certamente não serão elas que pagarão essas contas. Esse programa de água e energia sairá do bolso de quem não o consome, no caso os extorquidos pagadores de impostos da cidade e do campo, prendendo esses trabalhadores em um campo miserável, ao passo que empresas na cidade reclamam de déficit de mão-de-obra, como visto aqui: http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/falta-de-mao-de-obra-prejudica-construcao/

O Bolsa-Miséria institucionaliza a pobreza, a improdutividade e ainda serve como instrumento de compra de votos desses miseráveis. Não resta dúvida que a Bolsa-Miséria é uma criação da miséria moral e intelectual dos governantes brasileiros.


LIBER

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